- Dor ao correr pode indicar um problema que precisa ser avaliado, e as dores costumam ocorrer no joelho, na canela e no tornozelo, geralmente ligadas a inflamações.
- Dores que surgem após o treino, especialmente no dia seguinte, costumam ser microlesões musculares e fazem parte da adaptação do corpo.
- Alerte quando a dor durar mais de dois ou três dias, for muito intensa ou limitar movimentos; nesses casos é preciso investigar com um ortopedista.
- Acessórios como joelheiras, faixas e palmilhas devem ser usados apenas em casos específicos; sem lesão, não são indicados.
- Fatores como aquecimento inadequado e tênis errado aumentam o risco; não há idade limite para começar a correr, desde que respeite seus limites.
Sentir dor ao correr pode não ser normal. O alerta vem de sinais que o corpo envia durante ou após o treino, segundo o ortopedista Fabiano Fonseca. A dor pode indicar inflamações ou lesões que precisam de avaliação.
As dores mais comuns surgem no joelho, canela e tornozelo. No joelho, pode haver lesão de cartilagem ou instabilidade; na canela, típica é a canelite; no tornozelo, tende a ser tendinite ou lesão ligamentar, afirma o especialista.
Nem toda dor exige preocupação imediata. A dor que aparece após o treino, especialmente no dia seguinte, costuma representar microlesões musculares associadas à adaptação do corpo.
Atenção aos sinais de alarme: dor que persiste além de dois ou três dias, dor muito intensa ou dificuldade de movimentação devem acionar avaliação médica. Em casos assim, consulta ortopédica é indicada.
O uso de acessórios, como joelheiras, faixas e palmilhas, deve ocorrer apenas com indicação profissional. Em atletas sem lesões, esses itens nem sempre são recomendados, ressalta Fonseca.
Fatores de risco incluem aquecimento inadequado e tênis incompatível com a pisada. Preparar o corpo antes da atividade e escolher calçados adequados ajudam a reduzir desconfortos.
Não há idade limite para começar a correr. Crianças e idosos podem praticar, desde que respeitem o condicionamento e os limites individuais.
Diferençar tipos de dor é essencial para evitar lesões graves. Dor leve após o treino pode ser normal; dor persistente ou intensa exige avaliação com ortopedista.
Em caso de dúvida sobre a dor, o ortopedista recomenda buscar avaliação médica para diagnóstico preciso e orientações de tratamento.
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