- A Maratona de Brasília ganhou quatro dias de programação neste ano, ampliando a atuação além de um único dia.
- O secretário Renato Junqueira ressaltou que o evento é oportunidade de lazer, reúne famílias e atrai visitantes de outras regiões.
- Existem mais de vinte corridas nos fins de semana na capital, o que, segundo ele, movimenta a economia local, incluindo hotéis, bares e restaurantes.
- A reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, deve entregar um estádio com gramado novo e pista de atletismo renovada, com previsão de conclusão em meados de maio; Caio Bonfim treina lá.
- Os centros olímpicos continuam como política pública, com quarenta e cinco mil atendidos e doze mil vagas abertas até o fim do ano, distribuídas em doze unidades no DF.
A Maratona de Brasília foi tema da edição especial de 66 anos do programa CB.Poder, parceria entre Correio Braziliense e TV Brasília. O secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, destacou que o evento gera alto rendimento, mas também é opção de lazer e lazer em família. O espaço contou com perguntas de jornalistas.
Junqueira afirmou que a maratona ganhou duração: passou de um dia para quatro dias, expandindo a programação. O secretário ressaltou que o encontro é para todos, incluindo quem não corre, que pode caminhar por locais icônicos da capital.
A conversa também abordou a qualidade de vida em Brasília e a efervescência esportiva. Nos fins de semana, mais de 20 corridas acontecem na cidade, atraindo pessoas de fora e fortalecendo o turismo local, com impacto na hotelaria, bares e restaurantes.
Obras e investimentos
Além de eventos, Junqueira citou obras em andamento na cidade. A reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, inclui gramado novo e pista de atletismo com padrões internacionais. A entrega está prevista para meados de maio.
A reforma atende atletas locais, incluindo Caio Bonfim, medalhista olímpico de marcha atlética, que treina no espaço. O estádio passa a operar com infraestrutura renovada para competições regionais e nacionais.
Centros olímpicos e políticas públicas
O secretário destacou os centros olímpicos e paralímpicos como eixo de política pública. Esses espaços oferecem atividades socioesportivas e de lazer em diferentes regiões administrativas. Servem à Saúde, por incentivar atividades físicas, e à Segurança Pública, por ensinar comportamento e resiliência.
Atualmente, os centros olímpicos atendem cerca de 45 mil pessoas. Até o fim do ano, estão abertas 12 mil vagas em 12 unidades do DF. Interessados devem procurar a secretaria do centro mais próximo ou o site da Secretaria de Esporte.
Piscina com Ondas
Outra aposta mencionada foi a Piscina com Ondas, que funcionará com tarifa acessível, similar ao Jardim Botânico e ao Zoológico. Durante a semana, atenderá projetos sociais e escolas públicas, e aos fins de semana deverá oferecer programação para famílias.
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