- Gabriel Bortoleto mostra duas mudanças no seu segundo ano na Fórmula 1: dosar melhor a energia durante as sessões e manter a calma nas comunicações com o engenheiro, José Manuel Lopez Garcia.
- O piloto diz que, com mais experiência, entende melhor o ritmo da corrida e o que o time precisa ouvir do cockpit.
- Em 2025, ele aponta que precisa deixar o engenheiro lidar com várias tarefas ao mesmo tempo, para não sobrecarregar a comunicação no carro.
- O objetivo é evitar o desgaste de manter 110% da performance o tempo todo e manter energia constante ao longo da temporada.
- Até agora, a Audi soma dois pontos na Austrália e já levou o time ao top 10 do grid em duas ocasiões.
Gabriel Bortoleto já evidencia, em apenas três corridas, duas mudanças em sua segunda temporada na Fórmula 1. O piloto busca dosar melhor a energia e manter uma comunicação mais calma com o engenheiro de pista, José Manuel Lopez Garcia.
Segundo o brasileiro, a experiência do segundo ano ajuda a entender o ritmo da equipe e o que o carro precisa. Ele afirma que compreende que o engenheiro lida com várias tarefas ao mesmo tempo, o que exige maior paciência na troca de mensagens.
No calor da corrida, ainda há momentos de tensão. Em Suzuka, por exemplo, houve resposta dura de Bortoleto após a equipe sinalizar limitações de potência da Audi. O piloto reconheceu ter percebido o problema com antecedência, mas a comunicação ganhou tempo para ajustes com a equipe.
Outra mudança envolve manter o mesmo nível de esforço ao longo da temporada. Em 2024, o desgaste foi maior pela transição de um campeonato de 14 para 24 etapas. Nesta temporada, ele ressalta a necessidade de não manter 110% o tempo todo, buscando consistência.
Bortoleto segura, neste início, dois pontos na Austrália, a primeira etapa do ano, e já conduziu a Audi ao top 10 em duas ocasiões. O objetivo é manter desempenho estável enquanto a equipe trabalha no equilíbrio entre ritmo de corridas e desenvolvimento do carro.
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