- Magic Paula afirmou, durante o CBC & Clubes EXPO em Campinas, que o basquete feminino brasileiro enfrenta uma “crise de identidade”.
- Ela ressaltou que as principais atletas atuam no exterior, o que dificulta a identificação do público com as jogadoras.
- Entre os exemplos citados, estão Kamilla Cardoso e Damiris Dantas, que atuam na WNBA, distanciando o torcedor brasileiro.
- Paula apontou que a distância entre atletas e torcedores pode comprometer a formação de ídolos locais e o engajamento com a seleção.
- A ex-jogadora pediu maior participação das atletas no desenvolvimento do basquete feminino no Brasil, fortalecendo base e competições nacionais, em contexto de desempenho irregular do Pré-Mundial de março de 2026 sob a técnica Pokey Chatman.
Magic Paula aponta crise de identidade no basquete feminino brasileiro durante evento em Campinas. A ex-jogadora destacou que o cenário atual dificulta a identificação do público com as atletas, em participação no CBC & Clubes EXPO na última quinta-feira, 23 de abril. A posição foi publicada pelo Lance!.
A partir do destaque de jogadoras como Kamilla Cardoso e Damiris Dantas, que atuam na WNBA, Paula afirma que a distância entre o público brasileiro e as atletas de maior destaque prejudica a formação de identidade local e o engajamento com a seleção.
Conforme o diagnóstico, a crítica acontece num momento de atuação irregular da seleção, sob a liderança da técnica Pokey Chatman, após o Pré-Mundial disputado em março de 2026. O desempenho coletivo foi considerado abaixo do esperado pelos críticos.
Para a ex-atleta, a participação das jogadoras na construção do basquete brasileiro precisa ser ampliada. A ideia é fortalecer a base, aumentar a conexão com as torcidas e incentivar a participação da nova geração no desenvolvimento do esporte no país.
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