- A McLaren trabalha para uma evolução significativa do carro em 2026, com foco aerodinâmico; entre Miami e Canadá, o time promete um MCL40 completamente novo.
- A pausa de abril, causada pela guerra no Oriente Médio, interrompeu os GPs de Bahrein e Arábia Saudita, dando tempo para ajustes no desenvolvimento.
- O atual campeão mundial, Lando Norris, mantém a crença numa virada de chave e na briga pelo top três ao longo da temporada.
- A equipe voltou ao pódio após início instável, com Norris somando bons resultados na Austrália e no Japão (quinta posição em ambas). Oscar Piastri tem vinte e um pontos, com a segunda posição no Japão como abertura de suas corridas.
- Nas primeiras etapas, a falta de tempo de pista e a ausência de corrida na China contribuíram para a desvantagem frente aos adversários, em um cenário de margens muito apertadas.
McLaren acelera o desenvolvimento para a temporada 2026 da Fórmula 1, buscando uma virada após os problemas iniciais. A pausa de abril, devido à guerra no Oriente Médio, adiantou o foco da equipe em soluções para as três primeiras etapas. A expectativa é entregar avanços significativos no carro.
O chefe de equipe Andrea Stella indicou que, entre Miami e Canadá, haverá um carro com mudanças aerodinâmicas profundas, quase um modelo novo. Lando Norris, atual campeão mundial, mantém a confiança na recuperação e na briga por títulos, mesmo com a posição atual da equipe.
O contexto envolve ainda a ausência de corridas na China e o tempo reduzido de treinos no Japão, fatores que ajudaram a desgatar a vantagem de rivais. Norris destaca que o time não desistiu e pretende ampliar o desempenho ao longo do calendário, buscando pódios com regularidade.
Desempenho recente e liderança de Norris
A McLaren voltou ao pódio após três etapas sem vitória, em meio a primeiras dificuldades da temporada 2026. Norris conquistou dois quintos lugares no Japão e na Austrália, somando pontos importantes, mesmo sem alcançar o título inicial.
Oscar Piastri também soma pontos, tendo largado apenas uma vez na temporada, com um segundo lugar no GP do Japão e 21 pontos até Suzuka. A classificação, porém, revela a distância para os líderes, segundo análise interna da equipe.
A organização observa que margens estreitas tornam o desenvolvimento decisivo. A ausência de corridas adicionais e a limitação de treinos moldam a estratégia de evolução do carro, com foco em elevar o ritmo de competição nas próximas etapas.
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