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Red Bull supera expectativas na fábrica de motores de F1

Decisão de fabricar motores internamente coloca Red Bull em posição de independência tecnológica e aponta ganho de desempenho e recuperação na temporada

Max Verstappen is unhappy with the new rules in F1 but his team are confident in the new engines they have built for this season.
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  • Red Bull decidiu fabricar seus próprios motores em Milton Keynes, começando em 2022, para ter controle total do propulsor e da interface com o chassi.
  • O projeto é liderado por Ben Hodgkinson, ex-Mercedes, com 27 anos de experiência em motores, e já envolve uma estrutura de 700 profissionais, incluindo 120 novas contratações no primeiro trimestre.
  • A fábrica foi construída do zero, com áreas de montagem, túnel de vento e salas de limpeza rigorosas para evitar contaminações e garantir qualidade.
  • A Ford Powertrain atua como parceira técnica, e a equipe reconhece que o desempenho do motor tem avançado rapidamente, aproximando-se dos rivais de elementos grandes como Mercedes, Ferrari e McLaren.
  • Embora o motor tenha tido resultados próximos dos líderes, o principal desafio ainda é o chassi; a equipe continua trabalhando para recuperar décimos e retornar ao front da Grã-prêmio, com expectativa de melhorias nas próximas corridas.

Red Bull deu um passo audacioso ao desenvolver seus próprios motores para a Fórmula 1, começando em 2022. A decisão, tomada sob a liderança de Christian Horner, visava tornar a equipe independente na parte de propulsão, alinhando motor e chassis aos seus objetivos.

A fábrica de motores em Milton Keynes, construída do zero, abriga a equipe de engenharia de alto padrão da Red Bull Ford Powertrains. O objetivo é manter o controle total sobre o desempenho e acelerar o desenvolvimento interno.

Desde o início, houve ceticismo sobre a viabilidade do projeto, que enfrentou dúvidas sobre curva de aprendizado e competição com Renault e Honda, então fabricantes tradicionais. Mesmo assim, a equipe avançou com planos de longo prazo.

A equipe, liderada pelo novo diretor técnico Ben Hodgkinson, cresceu de 25 para 700 profissionais. Em 2024, foram contratados 120 colaboradores apenas no primeiro trimestre, entre motor e chassis.

A infraestrutura da instalação é destacada pela precisão dos processos. Módulos de montagem, salas limpas, e procedimentos de limpeza rigorosos controlam contaminações e asseguram qualidade.

A visão de longo prazo começou a render resultados. Segundo Laurent Mekies, o projeto superou as expectativas, criando uma base para os próximos anos e reduzindo a dependência de fornecedores externos.

Ainda assim, a equipe admite que a Mercedes continua com vantagem de potência na atual temporada, e o foco é reduzir déficits no chassi para voltar ao topo. As equipes rivais seguem sendo observadas de perto.

A Red Bull projeta evolução contínua, com um túnel de vento adicional previsto para o próximo ano. A meta é manter a competitividade e recuperar os tenths perdidos no desempenho geral do carro.

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