- A Stock Car Pro Series estreia a terceira etapa da temporada neste fim de semana no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com 34 carros no grid e mudanças de segurança.
- Foi criada uma comissão de segurança, com especialistas de automobilismo, incluindo José Avalone Neto, Dino Altmann, Enzo Bortoleto, João Bosco Reis da Silva e Fabio Greco, que ouviu pilotos e equipes.
- O principal ajuste fica no chassi do modelo SNG01, com tubos em aço DP980R formando uma gaiola de segurança para reduzir intrusões em impactos.
- Havia atualização para áreas de maior risco, com Tensylon combinado a Kevlar para proteção balística, formando barreira que absorve energia em colisões.
- Também passa a usar isolante térmico Pyrogel no habitáculo e cofre do motor, além do motor V8 naturalmente aspirado de 6,2 litros com até 600 cv e central de gerenciamento eletrônico.
A Stock Car Pro Series abre neste fim de semana a terceira etapa da temporada, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A categoria confirmou mudanças significativas na segurança dos 34 carros do grid, com uma comissão dedicada ao tema.
A comissão de segurança reúne especialistas em automobilismo e tecnologia, como o projetista José Avalone Neto, Dino Altmann, Enzo Bortoleto, João Bosco Reis da Silva e Fabio Greco. Eles ouviram pilotos e equipes para embasar as inovações deste ano.
O objetivo é reduzir riscos em impactos, mantendo o ritmo de competição. Lincoln Oliveira, CEO da Vicar, explicou que o projeto evolui periodicamente, com atualizações contínuas desde 2025.
Segurança e estruturas
Os carros passam por alterações no chassi do SNG01, com tubos em aço DP980R formando uma gaiola de segurança que melhora rigidez e resistência. A intrusão em impactos deve ser reduzida ao mínimo.
A proteção balística ganha com Tensylon em combinação com Kevlar, especialmente em áreas sujeitas à penetração de objetos. A barreira sustenta objetos e dissipa energia durante colisões.
Para o habitáculo, o isolamento térmico Pyrogel amplia a proteção contra calor e incêndios, isolando o escapamento e separando o cockpit do motor. A mudança visa aumentar a confiabilidade.
Além disso, a categoria manteve o motor V8 naturalmente aspirado de 6,2 litros, com potência máxima de 600 cv, agora acompanhado de uma central de gerenciamento eletrônico.
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