- Carlos Alcaraz teve o pulso direito envolvido em lesão durante o jogo de abertura em Barcelona e passou a usar imobilização, com retorno ainda sem data definida.
- O incidente marca a terceira temporada seguida com problemas no saibro, incluindo lesões anteriores em 2024 e 2023 que afetaram participações em eventos pré-French Open.
- O caso evidencia a pressão de agendazneva: disputar Monte Carlo, Barcelona, Madrid, Roma e Roland Garros, o que pode agravar questões físicas.
- A ausência de Alcaraz em Madrid deixa espaço para outros players aproveitarem a lacuna, enquanto Sinner segue como principal rival na temporada.
- O atraso na recuperação e a incerteza sobre Roland Garros ressaltam a necessidade de planejamento mais conservador para a longevidade no saibro.
Carlos Alcaraz encerrou a defesa do título no Masters de Monte Carlo há duas semanas, após perder a final em dois sets para Jannik Sinner. Menos de 24 horas depois, voltou a Espanha para disputar o ATP 500 de Barcelona e já encarou o primeiro treino no dia seguinte.
No primeiro jogo em Pista Rafa Nadal, o espanhol sentiu dores no punho direito e precisou abandonar a partida. O jovem de 22 anos usa um gesso imobilizante na região enquanto aguarda os resultados de exames.
A lesão, que se revelou mais séria do que parecia, coloca em dúvida sua participação no French Open. Alcaraz já enfrentou dificuldades semelhantes nas temporadas de saibro anteriores.
A narrativa de lesões acompanha o brasileiro da atualidade: em 2024 houve suspensão de torneios de saibro, salvo Madrid, com ele disputando a competição em meio à dor. Em 2023, cedeu em Barcelona e Madrid por problemas físicos.
A decisão de competir em várias provas de saibro no início de 2026 gerou debates sobre planejamento físico. O técnico Samuel López é ligado à estratégia de calendário do atleta, que busca manter alto desempenho sem comprometer a saúde.
A ausência de Alcaraz abre espaço competitivo em Madrid, Roma e Roland Garros, realçando o domínio de Sinner e da dupla que desponta. A recuperação do espanhol ainda depende de exames médicos e de evolução clínica do pulso.
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