- Após o UFC 327 em Miami, Paulo “Borrachinha” Costa passou a se ver como espelho de Donald Trump e celebrou a repercussão da presença do presidente.
- Trump elogiou o lutador dizendo que ele era “bonito demais para ser lutador”; Costa levou o elogio na brincadeira, mas viu como sério.
- Os dois conversaram na beira do octógono sobre política mundial; Costa disse que admira Trump e o presidente agradeceu o comentário.
- Segundo Costa, Hunter Campbell sinalizou ao Trump durante o encontro, o que, na visão dele, pode ter ajudado a chamar a atenção do presidente.
- O lutador afirma que a exposição global ajuda sua carreira no UFC e no entretenimento; também citou planos de eventual luta com Khamzat Chimaev e comentou que sente falta dos amigos e da comida do Brasil, treinando intensamente nos EUA.
Na esteira do UFC 327, realizado em Miami, o lutador Paulo Borrachinha passou a se apresentar como um espelho da figura de Donald Trump, segundo a visão dele próprio. Em entrevista exclusiva à coluna GENTE, ele comentou o encontro próximo ao octógono e o elogio do presidente americano sobre sua aparência.
Borrachinha disse ter ficado contente com a repercussão gerada e afirmou que Trump é, na visão dele, uma pessoa de grande importância mundial. O atleta mineiro ressaltou que o elogio partiu do presidente, o que, segundo ele, não é comum entre lutadores.
O lutador relatou que o papo com Trump aconteceu na beira do octógono, abordando temas de política mundial. Ele afirmou ter expressado admiração pelo que Trump faz e que o presidente respondeu de forma positiva, elogiando a luta do brasileiro.
Segundo Borrachinha, o encontro contou com apoio indireto de integrantes da estrutura do UFC. Ele mencionou que Hunter Campbell, braço direito de Dana White, parecia atento ao momento, o que, na visão dele, pode ter influenciado a percepção de Trump sobre ele.
Ao ser questionado sobre a relação com Trump enquanto figura política, Borrachinha declarou admiração de longa data. Disse que o ex-apresentador de televisão sempre demonstrou firmeza e conviction, características que ele valoriza, e que essa ligação reforça sua imagem pública.
Sobre a carreira, o lutador afirmou manter planos ambiciosos dentro do UFC, citando a rivalidade com Khamzat Chimaev como opção caso haja vitória de Chimaev sobre Sean Strickland. Ele também destacou a mudança para os EUA e o impacto positivo na preparação e nos contatos profissionais.
Borrachinha comentou que, apesar da vida mais estável nos EUA, sente falta dos amigos e da comida do Brasil. Ele explicou ter passado parte da preparação na Califórnia, retornando a Miami, e ressaltou o foco na performance, na disciplina e no cuidado com a saúde física.
Repercussão e projeções
O brasileiro permanece sob observação do circuito, com a valorização do que considera a sua exposição mundial. A narrativa de admirar Trump não foi apenas sobre estética, mas sobre a construção de uma persona pública associada ao altíssimo impacto midiático.
Para o atleta, a visibilidade gerada pode ampliar oportunidades dentro e fora do octógono, inclusive no âmbito do entretenimento. O clube de fãs e parte da imprensa passaram a acompanhar com maior atenção a continuidade dessa linha de comunicação.
Entre na conversa da comunidade