- A Red Bull negou ter o melhor motor da F1; a FIA admite que fazer a avaliação de desempenho é um trabalho difícil.
- Espera-se que, entre os Grandes Prêmios do Canadá e de Mônaco, as equipes recebam informações sobre oportunidades de atualizações extras para esta temporada e as próximas.
- O chefe da Mercedes, Toto Wolff, afirmou que o ADUO deveria beneficiar principalmente a Honda, que enfrenta dificuldades, enquanto outras fornecedoras estariam com desempenho similar.
- Laurent Mekies, da Red Bull, disse não confirmar as suspeitas de que a diferença entre motores seja de três décimos, destacando que a maior parte do valor vem do motor de combustão interna.
- A Red Bull prevê mudanças graduais nas unidades de potência, com eventuais upgrades mais relevantes na segunda metade da temporada; a Powertrains teve início melhor do que o esperado.
A Red Bull negou que possua o melhor motor da Fórmula 1, mas admite que a FIA enfrenta um trabalho complexo ao avaliar o desempenho das unidades de potência no grid. A equipe destaca a dificuldade do processo de avaliação, que envolve diversas técnicas.
Segundo a equipe, a definição de quem recebe atualizações adicionais para 2026 e 2027 deve sair entre os GPs do Canadá e de Mônaco. A indicação amplia a curiosidade das equipes sobre como serão as decisões e possíveis impactos na ordem de chegada.
Avaliação e estratégia de recursos
Toto Wolff, da Mercedes, sugere que o ADUO seja destinado apenas à Honda, que atravessa dificuldades, mantendo o desempenho de outras fornecedoras similar. A Red Bull afirma acompanhar as análises da FIA sem entrar em detalhes sobre critérios de avaliação.
Laurent Mekies, chefe da Red Bull, comenta que adversários tentam influenciar bastidores para favorecer seus motores, mas evita discutir critérios específicos. A equipe aponta vantagem da Mercedes em relação à maioria, com Ferrari e Audi em nível próximo e Honda enfrentando mais desafios.
O dirigente destaca a dificuldade de extrair o desempenho ideal do motor de combustão de forma equilibrada entre as equipes. Para Mekies, os resultados globais costumam ser o indicador mais justo de competitividade, mesmo com variações entre projetos.
Perspectivas de desempenho e timing de atualizações
Mekies afirma que dados da Red Bull não comprovam uma superioridade clara sobre a Mercedes, estimando diferença de cerca de 0,3 segundo em relação às Flechas de Prata. A maior parte desse déficit estaria no motor de combustão interna, segundo a avaliação interna.
Ele aponta que diferenças de tempo de volta costumam estar associadas ao ICE, e não apenas à potência elétrica. A avaliação envolve várias técnicas, aumentando a complexidade de uma comparação entre fabricantes.
Mekies diz não acreditar que a Red Bull tenha condições de grandes atualizações imediatas, considerando o teto de quatro unidades de potência em 2026. A tendência é que evoluções significativas ocorram na segunda metade da temporada, em janelas oportunas.
O chefe da Red Bull afirma que a Powertrains teve início melhor do que o esperado, com ajustes contínuos previstos para reduzir décimos de segundo no carro. Ele sinaliza que mudanças grandes não ocorrerão em Miami, mas sim ao longo do campeonato.
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