- O queniano Sebastian Sawe venceu a Maratona de Londres com 1h59min30s, tornando-se o primeiro a chegar abaixo de duas horas em uma prova oficial.
- O desempenho foi apoiado por treino muito intenso, com média superior a 200 quilômetros por semana nas seis semanas anteriores e pico de até 241 quilômetros.
- A nutrição teve papel central: café da manhã simples de pão com mel e uso de géis de carboidrato durante a prova para manter a energia.
- O treinamento do intestino, ou “training the gut”, ajudou o atleta a absorver carboidratos durante o esforço, reduzindo desconfortos.
- A tecnologia das sapatilhas, como a Adidas Pro Evo 3 com placa de carbono, aliada ao preparo mental e ao apoio do público, contribuiu para o recorde.
Sebastian Sawe quebrou a barreira histórica da maratona ao vencer o Londrés com 1h59min30s, tornando-se o primeiro a fazer abaixo de 2 horas em uma prova oficial. O feito sinaliza uma nova fase em que ciência, estratégia e tecnologia caminham juntas.
O desempenho foi sustentado por treino consistente, nutrição adequada, uso de tecnologia e preparo mental. O treino semanal superou 200 quilômetros nas semanas que antecederam a prova, com pico acima de 240 quilômetros.
Apoio técnico e apoio da equipe também foram determinantes. O treinador Claudio Berardelli destacou a média de 200 km por semana nas seis semanas anteriores ao recorde, mostrando que resultados expressivos vêm do longo prazo.
A alimentação teve papel estratégico. No café da manhã houve pão com mel, fonte de carboidratos de rápida absorção, preparando o corpo para o esforço. Durante a prova, géis de carboidrato manteram a energia estável.
Treinar o sistema digestivo fez diferença. O chamado training the gut ajuda a evitar desconfortos gastrointestinais, permitindo ingestão elevada de carboidrato sem comprometer o ritmo.
A tecnologia também entra na equação. Sawe correu com o modelo Adidas Pro Evo 3, uma das chamadas supersapatilhas, cuja placa de carbono e estrutura leve ajudam a eficiência da passada.
Além do preparo físico, houve foco mental. Sawe destacou a coragem de manter o ritmo acelerado e o incentivo de torcedores, que contribuíram para sustentar a performance sob pressão.
O feito representa o que o treinador descreve como uma nova era da maratona, com avanços em treino, nutrição, recuperação e equipamento. Segundo Berardelli, a combinação certa facilita ultrapassar limites antes considerados inatingíveis.
Entre na conversa da comunidade