- Virginia Fonseca vai inaugurar uma academia com mensalidade de 37 dias, para que a mulher possa pausar ou compensar dias de mal-estar sem perder dinheiro.
- A proposta oferece sete dias extras na mensalidade, visando respeitar os dias de cólica, fadiga e desânimo.
- O ciclo menstrual pode influenciar a performance: oscilações hormonais afetam energia, força e recuperação, com foco na individualidade biológica.
- Três fases do ciclo e impactos: fase folicular, com mais energia para treinos intensos; fase ovulatória, maior força mas risco de lesões; fase lútea, pré-menstrual, com treino mais leve recomendado.
- Treino ajustado ao ciclo (periodizado) pode reduzir cortisol, melhorar recuperação e manter consistência; recomenda-se monitorar o ciclo, ajustar a intensidade e ouvir o corpo.
A influenciadora e empresária Virginia Fonseca anunciou a abertura de uma academia com uma proposta inusitada para o mercado fitness. A mensalidade terá 37 dias, numa iniciativa voltada ao respeito pelo ciclo biológico feminino e pela capacidade de treinar quando as condições estão ideais. A ideia é permitir que a mulher pause ou compense os dias de mal-estar menstrual sem perder valor pago.
A proposta foi apresentada como forma de adaptar o treino à oscilação hormonal feminina, com foco na individualidade biológica. A ideia é oferecer sete dias extras na mensalidade, para cobrir dias de cólica, fadiga ou desânimo sem prejudicar a sensação de investimento feito pela cliente.
O que a ciência diz
O ciclo menstrual médio dura 28 dias, mas as oscilações hormonais afetam o corpo ao longo do mês. Estudos citados indicam variação de energia, força e mobilidade, dependendo da fase. A proposta de Virginia busca alinhar treino e bem-estar aos diferentes momentos do ciclo.
Fases do ciclo e treino
Na fase folicular, o estrogênio aumenta e a energia costuma estar mais alta, favorecendo treinos intensos. Na ovulatória, a força é grande, porém ligamentos podem ficar mais desestabilizados. Na fase lútea, o desempenho costuma cair e o treino leve é recomendado.
Implicações para o desempenho
Especialistas apontam que treinar em excesso durante a fase lútea pode elevar o cortisol, prejudicar a recuperação e favorecer ganho de gordura. O modelo de treino periodizado pelo ciclo é visto como tendência crescente no esporte.
Como aderir e o que considerar
Profissionais sugerem monitorar o ciclo com apps, ajustar a intensidade conforme a fase e considerar o descanso como parte do treino. A proposta de Virginia está alinhada a esse raciocínio, buscando constância e saúde a longo prazo.
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