- Sabastian Sawe tornou-se o primeiro homem a completar a maratona em menos de duas horas em uma prova oficial, ao vencer a Maratona de Londres com 1h59min30s.
- O queniano correu usando o tênis Adidas Adizero Adios Pro Evo 3, de 97 gramas, que ele descreveu como leve e confortável.
- Com a vitória, Sawe quebrou o recorde mundial anterior de 2h00min35s, estabelecido por Kelvin Kiptum em 2023.
- A campeã Tigst Assefa também venceu em Londres na prova feminina e manteve seu título, correndo com o mesmo modelo da Adidas usado por Sawe.
- A cano de dopagem de Ruth Chepng’etich ficou em evidência após ser banida por três anos em outubro de 2025, apesar de suas marcas anteriores à suspensão permanecerem válidas.
Sabastian Sawe tornou-se o primeiro homem a completar uma maratona oficial em menos de duas horas, vencendo a Maratona de Londres com 1h59min30s. O atleta queniano, de 31 anos, reforçou a discussão sobre avanços tecnológicos no esporte. Ele usou o modelo Adizero Adios Pro Evo 3, da Adidas, pesando 97 gramas. O feito substitui o recorde mundial anterior de 2h00min35s, feito por Kelvin Kiptum em 2023.
Sawe afastou críticas sobre o que é visto por alguns como doping mecânico de tênis, afirmando que o equipamento foi aprovado e não há dúvidas sobre isso. O atleta ressaltou que o tênis é leve, confortável e oferece bom apoio, características que teriam contribuído para a performance.
Desempenho feminino em Londres
Tigst Assefa também teve atuação de destaque ao manter o título de Londres e quebrou o próprio recorde mundial na prova feminina. Ela correu com o mesmo modelo Adidas utilizado por Sawe e registrou 2h15min41s no último domingo, em igualdade de condições técnicas para a disputa.
Assefa expressou o desejo de, no futuro, buscar o recorde mundial de todos os tempos na maratona feminina. Ela ressaltou planos para manter o suporte técnico da equipe e da fabricante para continuar rendendo rápido.
Ruth Chepn’etich, queniana, estabeleceu o recorde mundial feminino em uma prova mista ao marcar 2h09min56s em Chicago em 2024. Ela ficou sob foco de debates após ser banida por três anos por doping, com o teste positivo ocorrido em março de 2025. As conquistas anteriores permanecem em análise pelos fãs.
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