- Abby Steiner, bicampeã mundial de revezamentos 4x100m e 4x400m em 2022, entrou com ação na Justiça contra a Puma e a equipe Mercedes, da Fórmula 1.
- A atleta afirma que as sapatilhas fornecidas tinham defeitos e foram inseguras, com tecnologia de placa de fibra de carbono e espuma nitro, o que aumentaria o risco de lesões.
- O processo, movido em 24 de abril no Supremo Tribunal de Massachusetts, sustenta que as sapatilhas contribuíram para uma sequência de lesões que anteciparam sua aposentadoria.
- Steiner, hoje com 26 anos, teve contrato de patrocínio com a Puma em 2022, avaliado em cerca de dois milhões de dólares, durante o auge de suas conquistas internacionais.
- A ação também acusa a Puma de ter conhecimento dos defeitos antes de manter o produto no mercado, buscando compensações financeiras pelos impactos na carreira.
Abby Steiner, velocista americana e bicampeã mundial de revezamentos 4x100m e 4x400m em 2022, acionou a Puma e a equipe de Fórmula 1 Mercedes na Justiça dos EUA. A demanda, protocolada em 24 de abril, alega que sapatilhas fornecidas pelas marcas eram defeituosas e inseguras, elevando o risco de lesões.
Segundo o processo, o modelo combinava placa de fibra de carbono e espuma Nitros, desenvolvidos em parceria com a Mercedes. Steiner afirma que esse design contribuiu para uma sequência de lesões que anteciparam o fim de sua carreira.
A atleta, hoje com 26 anos, cita uma trajetória de destaque na NCAA pela Universidade de Kentucky e nos Mundiais de 2022, em Oregon. A ação solicita compensações financeiras e responsabilização das empresas pelo impacto em sua trajetória esportiva.
Ação e desdobramentos
O processo foi movido no Supremo Tribunal de Massachusetts e envolve a Puma, patrocinadora de Steiner desde 2022, com contrato avaliado em cerca de 2 milhões de dólares, e a Mercedes, parceira tecnológica. A velocista encerrou a carreira em 2024, após dificuldades físicas persistentes.
Steiner relata que passou a conviver com lesões recorrentes a partir de 2023, o que prejudicou seu desempenho e levou ao encerramento após as classificatórias para Paris 2024. O caso destaca possíveis impactos de equipamentos esportivos no desempenho de atletas de alto rendimento.
As informações divulgadas apontam que a ação busca reparação financeira e esclarecimentos sobre eventuais defeitos do produto. As empresas envolvidas ainda não se manifestaram publicamente sobre o caso.
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