- O etíope Yomif Kejelcha ficou em segundo na Maratona de Londres e passou a ser a segunda pessoa a correr 42 quilômetros em menos de duas horas.
- O vencedor Sabastian Sawe quebrou o recorde mundial anterior, completando a prova em torno de 1h59m00s.
- O third place, Jacob Kiplimo, da Uganda, também quebrou o recorde mundial vigente ao terminar em 2h00m28s.
- Kejelcha afirma acreditar que é possível vencer abaixo de 1h58m00s em breve, talvez até ele mesmo alcance essa marca.
- O atleta celebra o desempenho, destacando a equipe e o treinador, e diz que as novas gerações verão o que fez na sua primeira maratona.
O etíope Yomif Kejelcha foi vice-campeão da Maratona de Londres e, ao lado do queniano Sabastian Sawe, quebrou o recorde mundial ao completar a prova em menos de duas horas. A entrega ocorreu no último domingo, na capital britânica, com Sawe liderando e Kejelcha encerrando na segunda posição. A marca formal atingiu tempos próximos de 1h59m para ambos, dentro da casa das duas horas.
O trio que empurrou o ritmo também contou com Jacob Kiplimo, da Uganda, que ficou em terceiro e terminou com 2h00m28s, superando o recorde mundial anterior de Kelvin Kiptum. A disputa colocou Londres no centro do atletismo de endurance ao longo de 42 km, com cada atleta buscando a melhor performance de sua carreira.
Ao comentar a prova, Kejelcha contou ter confiado no treinamento e no estado físico antes do desafio, embora não tenha considerado a possibilidade de chegar tão próximo das duas horas. Acompanharam-no a partir da primeira passagem pela linha de chegada a sensação de surpresa e satisfação com o resultado obtido.
Sobre a possibilidade de alguém baixar ainda mais o tempo até 1h58m, o etíope afirmou acreditar que isso é viável no futuro próximo. A postura dele é de otimismo em relação ao crescimento técnico e à evolução do esporte, sem detalhar planos específicos.
Em entrevista ao jornal Marca, Kejelcha reiterou a alegria pela conquista na sua primeira maratona. Disse acreditar no treinamento realizado, que o motivou a competir com foco no melhor desempenho, mesmo diante da barreira histórica das duas horas.
O atleta reforçou o orgulho pelo desempenho da equipe, pelo trabalho do treinador e pelo papel de exemplo para as futuras gerações de maratonistas, destacando o valor de inspirações para novos atletas que chegam ao esporte.
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