- A Mission 44, criada por Lewis Hamilton há cinco anos, busca ampliar a representação de pessoas pretas ou de origens carentes no esporte.
- O projeto já investiu £ twenty milhões e teve impacto global: cerca de 550 mil jovens atingidos e 50 mil beneficiados em áreas de Stem e motorsport, com mais de £ nine milhões em bolsas.
- Em 2022, a fundação lançou um programa de bolsas com a Royal Academy of Engineering para financiar mestrado em engenharia de motorsport, com apoio financeiro de até £ 43.000 por pessoa e mentoria.
- Dois exemplos de beneficiados: Lily Owuye, que trabalha como engenheira de desempenho na Red Bull Advanced Technologies, e Chris Tagnon, que atuou na Aston Martin Performance Technologies; ambos destacam o suporte como fundamental.
- Este ano as bolsas foram ampliadas para 12 estudantes, incluindo mulheres e pessoas de baixa renda, independentemente de etnia, com inscrições abertas até 6 de maio.
Lewis Hamilton está ampliando o alcance de Mission 44, fundação criada para lidar com a subrepresentação de negros e pessoas de origens menos favorecidas no automobilismo. A iniciativa nasceu há cinco anos, após a criação da Hamilton Commission em 2021.
A organização investe em educação e oportunidades em STEM, com foco em grassroots. Desde o início, o projeto mobilizou valores significativos e apoio financeiro, alcançando milhares de jovens globalmente e dezenas de milhares assistidos em STEM e automobilismo.
Ação prática: em parceria com a Royal Academy of Engineering, a partir de 2022 o programa de bolsas financia mestrado em engenharia automotiva para estudantes negros ou de origem mista, com apoio de até £43 mil por pessoa neste ano. Mentoria e redes de contato acompanham o benefício.
Até agora, 13 estudantes concluíram o mestrado nos dois primeiros anos; oito já atuam em F1 ou motorsport. Lily Owuye, de Warwick, integra a Red Bull Advanced Technologies como engenheira de performance e simulação, após concluir o mestrado com apoio da Mission 44.
Chris Tagnon, outro bolsista, concluiu o mestrado em Cambridge e tornou-se engenheiro associado na Aston Martin Performance Technologies, na divisão de projetos especiais. Ele cita o aporte da fundação como decisivo para chegar ao cargo atual.
Hamilton destaca que o acesso molda o futuro do esporte. O histórico de cada diplomação mostra que o programa não se limita ao financiamento, incluindo mentoria e oportunidades de networking para candidatos de origens diversas.
A fundação continua ampliando o alcance. Este ano, as bolsas passaram a aceitar 12 estudantes, incluindo mulheres e pessoas de baixa renda, independentemente de etnia. As candidaturas vão até 6 de maio, com foco na inclusão de novas trajetórias.
Neste fim de semana, Hamilton compete pelo Ferrari no Grande Prêmio de Miami. Além das provas, ele promoverá uma experiência trackside e uma sessão de perguntas e respostas com jovens de Miami, como parte das ações da Mission 44.
O objetivo, segundo Owuye, é ampliar o número de modelos a seguir na indústria. A representante aponta que a presença de um e o apoio de outros pode abrir portas antes inatingíveis para estudantes de origem semelhante.
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