- Anunciou o encerramento da carreira como piloto profissional ao fim da temporada 2025/2026 da Fórmula E, encerrando uma trajetória de 32 anos no automobilismo.
- Iniciou no kart em 1994 e teve papel fundamental na criação da Fórmula E, atuando no desenvolvimento do protótipo original e no conceito de corrida 100% elétrica.
- Campeão mundial da Fórmula E na temporada 2016/2017 pela ABT Schaeffler Audi Sport, tornou‑se o primeiro piloto a passar de 1.000 pontos no campeonato, com 13 vitórias, 41 pódios e quatro pole positions.
- Possui passagem pela Fórmula 1, foi campeão mundial de Fórmula 3 no GP de Macau, vice-campeão de Fórmula 2 e do WEC, além de pódios nas 24 Horas de Le Mans em três edições.
- Até a bandeirada final, continuará competindo pela Lola Yamaha ABT e contribuirá para o desenvolvimento do modelo GEN4, deixando um legado na mobilidade elétrica do automobilismo.
Aos 41 anos, o brasileiro Lucas Di Grassi anunciou que fechará sua carreira como piloto profissional ao término da temporada 2025/2026 da Fórmula E. A decisão encerra uma trajetória de 32 anos no automobilismo, iniciada no kart em 1994.
Di Grassi participou ativamente da criação da Fórmula E, ajudando no desenvolvimento do protótipo original que originou o carro GEN1. Segundo o cofundador Alejandro Agag, ele foi um parceiro essencial desde o início.
Na pista, o piloto ficou marcado pela vitória na corrida inaugural da Fórmula E, em Pequim, em 2014. O título mundial chegou na temporada 2016/2017, pela ABT Schaeffler Audi Sport, com 13 vitórias, 41 pódios e quatro poles.
Legado na Fórmula E
Chega a ter o recorde de mais de 1.000 pontos na história da categoria, consolidando-se como um dos pilares da transformação elétrica no esporte.
Carreira multidisciplinar
Antes da Fórmula E, Di Grassi passou pela Fórmula 1, conquistou o campeonato mundial de Fórmula 3 com vitória no GP de Macau e foi vice-campeão de F2 e do WEC. Também subiu ao pódio nas 24 Horas de Le Mans, em três ocasiões.
Despedida e continuidade
Até o fim da temporada, Di Grassi defenderá a Lola Yamaha ABT. Além das provas, participa do desenvolvimento do futuro modelo GEN4, mantendo o peso de um dos visionários da mobilidade elétrica no automobilismo.
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