- o tenista Carlos Alcaraz pode ficar até seis meses afastado das quadras por lesão no punho direito, segundo avaliação de um especialista ouvido pela agência de notícias Efe
- o entorno manteve sigilo sobre a gravidade do problema e ele mesmo havia dito que não disputaria o Masters 1000 de Madri e nem o Roland Garros
- a informação circulante é a de tenossinovite de De Quervain, inflamação na bainha que recobre um tendão ligado ao polegar
- a recuperação varia: entre quatro e seis semanas se for aguda; de três a seis meses se for crônica, o que pode interromper a temporada
- em pior cenário, pode haver lesão óssea ou ruptura da fibrocartilagem triangular, podendo exigir cirurgia; medidas comuns incluem repouso, imobilização, gelo, anti-inflamatórios e fisioterapia, sem confirmação sobre Wimbledon ou Queen’s
Carlos Alcaraz pode ficar afastado das quadras por até seis meses devido a uma lesão no punho direito, segundo avaliação de um especialista ouvido pela agência EFE. A divulgação envolve o próprio atleta, a família e a equipe médica, sem confirmação pública sobre o diagnóstico exato.
O entorno de Alcaraz manteve sigilo sobre a gravidade da lesão e não detalhou o quadro clínico. O tenista informou apenas que o problema o impediria de disputar o Masters 1000 de Madri, e não disputaria o Roland Garros.
A possibilidade inicialmente circula como tenossinovite de De Quervain, inflamação da bainha que recobre um tendão ligado ao polegar. Essa condição costuma provocar dor, rigidez e limitação de movimento, especialmente em golpes repetitivos.
Avaliação médica e prognóstico
O especialista consultado destacou que muitos casos melhoram com repouso e tratamento conservador, mas ressaltou a falta de informações públicas. A recuperação pode variar conforme o tipo de inflamação e o histórico da lesão.
Em casos agudos, a recuperação costuma ocorrer entre quatro e seis semanas; em quadros crônicos ou preexistentes, o prazo pode chegar a três a seis meses, aumentando a chance de pausa prolongada na temporada.
Entre as medidas mais comuns estão repouso, imobilização, fisioterapia, gelo e anti-inflamatórios para controlar a inflamação. Em situações mais graves, pode haver necessidade de intervenção cirúrgica.
O médico também alertou sobre a possibilidade de complicações não aparentes, que poderiam influenciar a forma de bater bola. Se não houver lesão do tendão ou degeneração, a recuperação pode ocorrer, ainda que de modo longo.
Impacto na temporada e próximos passos
Alcaraz não confirmou se disputará a temporada de grama, incluindo Wimbledon e Queen’s. Não há informações oficiais sobre a evolução clínica nem sobre um cronograma de retorno. A equipe não detalhou os desdobramentos futuros.
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