- Gabriel Bortoleto acabou a classificação sprint em Miami na 11ª posição, com 1:29.994, ficando perto de avançar ao Q3.
- O piloto brasileiro enfrentou problemas técnicos no começo do fim de semana, com uma pane que o deixou cerca de 30 minutos nos boxes e resultou na perda de dados importantes.
- Por causa disso, houve pouca atividade no FP1, segundo ele.
- Ainda assim, destacou o avanço ao Q2 e o desempenho consistente, lamentando não ter conseguido extrair mais no Q3.
- A tendência é de evolução na sequência do fim de semana, com a expectativa de chegar ao Q3 e à corrida mediante melhor pilotagem e trabalho da equipe.
O brasileiro Gabriel Bortoleto avaliou a classificação sprint do GP de Miami de forma positiva, mesmo sem chegar ao Q3. O piloto destacou as dificuldades enfrentadas no TL1 e elogiou o desempenho ao longo do quali.
Bortoleto fechou a sessão em 11º lugar, com o tempo de 1:29.994, próximo de avançar à fase decisiva. A proximidade do Q3 foi marcada pela atuação consistente após o trecho inicial conturbado.
Desde o início do fim de semana, o carro apresentou falhas técnicas, o que comprometeu a preparação para a sessão. A pane deixou o piloto cerca de 30 minutos nos boxes e acarretou perda de dados importantes.
Problemas técnicos e impacto no treino
O brasileiro explicou que a pane ocorreu já na primeira volta, afetando o FP1 e a coleta de informações vitais. Mesmo com o contratempo, o avanço para o Q2 foi visto como ponto positivo.
Ele ressaltou que o carro parecia ter potencial para um salto maior, o que não se confirmou na fase final. A percepção é de que houve espaço para evoluir o desempenho com ajustes.
Perspectivas para os próximos passos
Bortoleto afirmou acreditar na possibilidade de melhoria ao longo do fim de semana. Com uma pilotagem mais afinada, há expectativa de chegar ao Q3 e manter o rendimento na corrida, conforme o cenário dos outros competidores.
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