- Marcel de Souza, parceiro de Oscar Schmidt, lembra a relação próximo à dupla dentro e fora das quadras.
- Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, no dia 17 de abril, e Marcel participou do memorial organizado pela família em parceria com o Clube Sírio.
- O ex-jogador era visto por Marcel como perfeccionista e vencedor, traços que o amigo atribui à natureza do jogo.
- Sobre a eliminação do Brasil para os EUA nas Olimpíadas de 1988, Marcel relembra a frase de Oscar e defende a ideia de que houve erro decisivo, não apenas perfeccionismo.
- Marcel explicou ter demorado a se pronunciar após a morte por ter sido impactado pela notícia e por conciliar a carreira médica com o momento.
Marcel de Souza, companheiro de Oscar Schmidt na Seleção e no Clube Sírio, fala sobre a relação que uniu os dois ao longo de décadas. O ex-jogador e médico relembra o vínculo que extrapolou as quadras e se tornou familiar, reforçando o tom emocional do memorial dedicado a Oscar.
O memorial, organizado pela família de Schmidt em parceria com o Clube Sírio, reuniu lembranças da dupla que marcou o basquete brasileiro na década de 1980. Marcel recorda a parceria vitoriosa da dupla na reta final dos anos 70 e destaca o legado de Oscar, reconhecido pela busca constante pela perfeição.
A visão de Marcel sobre Oscar e o peso do erro
Marcel defende a ideia de que a personalidade perfeccionista de Oscar fazia parte da natureza do jogo. Em referência a uma derrota olímpica, ele diz que o arremesso falho ficou marcado, mas não define o atleta, que sempre soube lidar com os erros para seguir vencendo.
Ele ressalta que a vida do atleta era inseparável da esfera pessoal, com encontros entre famílias e atividades conjuntas. Mesmo com a distância entre clubes, a ligação entre Oscar e Marcel permaneceu próxima, com ligações diárias quando estavam em equipes diferentes.
Motivo da demora em se pronunciar
Sobre o atraso na manifestação pública após a morte de Oscar, Marcel explica que a notícia impactou profundamente. Entre atividades profissionais na medicina, ele preferiu manter o silêncio para lidar com o luto e apenas depois oferecer uma fala adequada sobre o amigo e parceiro de quadra.
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