- Estação no Parque da Cidade, em Brasília, recebe a etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia com programação até domingo, 3 de maio, com entrada gratuita.
- Dois técnicos brasileiros comandam duplas femininas estrangeiras na competição: Ricardo Brunale, o “Vento”, lidera a alemã Melanie Paul e Lea Kunst (atual 22ª no ranking mundial).
- Tiê Santana treina a dupla austríaca formada pelas irmãs Dorina e Ronja Klinger, que ocupa a 16ª posição no ranking mundial.
- Brunate as alemãs venceram por 2 a 1 de sets diante das italianas Gottardi e Orso Toth; as austríacas também foram superadas em três sets pelas americanas Kraft e Chang.
- O evento evidencia o papel do Brasil como exportador de formação e técnicos no vôlei de praia, com profissionais atuando em seleções e equipes de diversos países.
A etapa do Circuito Mundial de Vôlei de Praia em Brasília chegou ao fim da semana com histórias que vão além das quadras. O torneio, realizado no Estacionamento 12 do Parque da Cidade, teve programação até domingo e entrada gratuita. Técnicos formados no Brasil comandaram duplas estrangeiras, mostrando a influência da escola nacional no cenário internacional.
Entre as noticias de competição, destacam-se dois técnicos brasileiros que conduziram duplas femininas. O movimento evidencia a atuação brasileira fora do país e a consolidação de trajetórias internacionais. A presença de treinadores nacionais à beira das quadras reforçou a conectividade entre Brasília e o circuito global.
Natural de Brasília, Ricardo Brunale, o treinador conhecido como “Vento”, comanda a dupla alemã formada por Melanie Paul e Lea Kunst, que ocupa a 22ª posição no ranking mundial. A dupla foi derrotada por Gottardi e Orso Toth por 2 a 1 em jogo da quinta-feira (30/4). Brunale acumula experiência na Europa desde 2008.
O outro caso envolve Tiê Santana, treinador carioca que se afastou do Brasil em 2007 em busca de oportunidades no exterior. Ele comanda a dupla austríaca Dorina e Ronja Klinger, que ocupa a 16ª posição mundial. Elas foram superadas por Kraft e Chang, dos Estados Unidos, em Brasília, em duelo de três sets.
Santana ressalta que buscou no exterior condições melhores de formação e carreira. Ele compara a mentalidade no esporte entre Europa e Brasil, destacando diferenças de disciplina e estrutura que impactam o dia a dia das equipes. A experiência internacional é apresentada como fator de desenvolvimento técnico.
Casos como Vento e Tiê ilustram o fortalecimento da presença brasileira no vôlei de praia mundial. Profissionais como Rico Freitas, Guilherme Fiapo, Paulão e Lissandro Carvalho já atuam em seleções e equipes estrangeiras, fortalecendo o intercâmbio de métodos e formação.
Destaques da etapa e protagonistas brasileiros
A soma de treinadores nacionais atuando no exterior evidencia a imagem de uma escola reconhecida no esporte. A edição em Brasília mostrou que o Brasil exporta conhecimento técnico e mantém vínculo com o circuito global, fortalecendo o papel do país no vôlei de praia internacional.
Perspectivas internacionais
Ao longo da semana, ficou claro como a formação brasileira pode influenciar equipes estrangeiras. A troca de experiências entre atletas, treinadores e comissões técnicas reforça a posição do Brasil como referência na modalidade.
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