- Max Verstappen relatou no rádio dificuldades graves de freio e comportamento anômalo no eixo traseiro durante o GP de Miami.
- O piloto holandês informou que não conseguia frear com eficiência e que o eixo traseiro “pulava demais” na desaceleração.
- O engenheiro de pista Gianpiero Lambiase disse que a Red Bull já analisa os dados de telemetria para investigar o problema.
- A equipe avalia causas potenciais, como superaquecimento, falha de hardware ou desequilíbrio de pressão aerodinâmica, para orientar ajustes.
- O objetivo é identificar a raiz do contratempo e orientar Verstappen a evitar queda de desempenho na corrida.
O GP de Miami começou com alerta na equipe Red Bull Racing. Max Verstappen reportou dificuldades com o freio e um comportamento anômalo no eixo traseiro durante as primeiras voltas da corrida na Flórida, nos EUA.
O holandês disse ao rádio que não conseguia frear com eficiência e que o eixo traseiro pulava bastante na desaceleração, o que gerava instabilidade nas curvas. A comunicação foi direta com o engenheiro Gianpiero Lambiase.
A Red Bull informou que já analisa a telemetria para identificar a raiz do problema, buscando causas como superaquecimento, falha de hardware ou desequilíbrio na pressão aerodinâmica. A equipe avalia ajustes no volante para reduzir o impacto.
Investigação em andamento
A equipe mira entender se o episódio pode impactar o desempenho da prova e quais medidas corretivas são necessárias para manter a estabilidade do carro nas próximas voltas. A situação envolve análise técnica contínua.
A responsabilidade pela apuração está sob supervisão da engenharia de pista, com coleta de dados em tempo real e consulta a especialistas. Não há confirmação de falha isolada nem de solução definitiva no momento.
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