- Pietro Maschio, copresidente do Conegliano, chamou o Mundial de Clubes de vôlei de “fardo” e disse que voltaram para casa cheios de pulgas após a derrota na Champions.
- O Mundial de 2025 ocorreu em São Paulo, de 9 a 14 de dezembro, no ginásio do Pacaembu, com o Conegliano em segundo lugar.
- O time italiano não se classificou para a edição de 2026 do Mundial.
- O Conegliano pediu desculpas pelas falas, dizendo que o objetivo era esclarecer o sentido das palavras divulgadas pela imprensa e não desmerecer a competição.
- A nota oficial ressaltou a gratidão pela recepção do Brasil e pela organização, reconhecendo os avanços feitos em tempo curto para realizar o evento.
Pietro Maschio, copresidente do Conegliano, criticou o Mundial de Clubes de Vôlei, especialmente a edição realizada no Brasil em 2025. Após a derrota na Champions contra o VakıfBank Istambul, o time italiano não se classificou para 2026. Maschio afirmou que o Mundial é um fardo.
Ele explicou que não houve culpa aos organizadores, mas reclamou da organização e da qualidade da quadra, insinuando falhas técnicas. O comentário gerou repercussão e motivou o Conegliano a se posicionar após a publicação das declarações.
Retratação do Conegliano e contexto
O Mundial de Clubes 2025 ocorreu em São Paulo, de 9 a 14 de dezembro, no ginásio do Pacaembu. O Conegliano ficou com o segundo lugar, contando com a estrela brasileira Gabi Guimarães.
Nas redes sociais, o clube pediu desculpas pelas falas do dirigente e explicou que a mensagem não visava desvalorizar a competição. A nota reforçou o agradecimento à organização e à recepção brasileira, reconhecendo o esforço em sanar limitações de curto prazo.
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