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Elizabeth Smart estreia no bodybuilding com susto, orgulhosa da sua trajetória

Elizabeth Smart, sobrevivente de sequestro, admite que a estreia no fisiculturismo foi assustadora, mas aponta a competição como celebração do corpo e de resiliência

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  • Elizabeth Smart revelou, em entrevista, que passou a competir em bodybuilding, anunciando a novidade via Instagram em 21 de abril.
  • Em participação no programa CBS Mornings, em 4 de maio, ela contou que, buscando um objetivo para se manter motivada, voltou a treinar com um treinador e decidiu tentar o bodybuilding.
  • A estreia no palco, usando biquíni, foi descrita por ela como “terrificante” e um momento de grande vulnerabilidade.
  • Ela ligou a prática à sua atuação como defensora da segurança de crianças, dizendo que o bodybuilding pode ser uma celebração do corpo e um meio de empoderamento.
  • A matéria relembra seu rapto em 2002, a ressurreição do caso e a prisão do sequestrador, além da libertação de Wanda Barzee em 2018 e a prisão atual de Barzee em 2025.

Elizabeth Smart revelou detalhes de sua estreia no bodybuilding em entrevista à CBS News, descrevendo o processo como assustador, porém gratificante. Ela também confirmou, em publicação no Instagram de 21 de abril, que passou a competir em eventos da modalidade.

Aos 38 anos, Smart contou que buscava um objetivo para motivação após treinar maratonas. Um treinador a convidou para retomar os treinos de musculação, levando-a a experimentar o bodybuilding pela primeira vez.

Sobre a competição, a ex-rscan de sequestro disse que foi um momento de vulnerabilidade, especialmente ao subir ao palco vestindo biquíni. A experiência a deixou curiosa sobre o que isso representa em sua atuação como defensora de segurança infantil.

A ativista conectou a prática ao seu trabalho com vítimas de abuso sexual e violência. Ela enfatizou que o esporte tem sido uma celebração do corpo que a sustenta nos piores dias, destacando a importância de cuidado com a saúde.

Smart também destacou que a participação é menos sobre perfeição e mais sobre ser ouvida e respeitada. Ela afirmou sentir-se liberta ao mostrar que pode ser mais que uma pessoa envolvida na defesa de crianças, permanecendo, ao mesmo tempo, uma atleta.

Contexto

A história de Elizabeth Smart ganhou notoriedade após o sequestro aos 14 anos, em Salt Lake City, em 2002, com nove meses de captividade. Durante esse período, ela sofreu abusos sexuais pelo sequestrador Brian David Mitchell.

Mitchell recebeu condenação por sequestro e transporte de menor com intuito sexual e cumpre pena perpétua. Wanda Barzee, cúmplice dele, foi liberada em 2018 e voltou a ser detida em 2025 por violar regras de registro.

Desde o resgate, Smart criou a Elizabeth Smart Foundation e publicou relatos sobre a experiência. Atualmente, reside em Utah com o marido e três filhos, mantendo o ativismo e a atuação pública.

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