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Jogar no Brasil revela criatividade e resiliência de Jenna Gray

Jenna Gray se despede do Osasco/São Cristóvão Saúde após temporada com dois títulos, prata no Sul-Americano e bronze no Mundial; há possibilidade de retorno no futuro

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  • Jenna Gray lascia o Osasco/São Cristóvão Saúde ao fim da temporada, que rendeu dois títulos (Supercopa e Copa Brasil), prata no Sul-Americano e bronze no Campeonato Mundial de Clubes, e foi eleita a melhor levantadora da Superliga 2025/2026.
  • Ela atribui parte do crescimento ao trabalho do técnico Luizomar de Moura, destacando a confiança e o ambiente de apoio criados por ele.
  • A levantadora afirma que o time encontrou o ritmo a partir de dezembro, especialmente no Mundial de Clubes, o que consolidou a confiança para o restante da temporada.
  • Sobre o início no Brasil, Gray diz que o passa pela experiência ajudou a tornar-se mais criativa e resiliente, com liberdade para sistemas ofensivos dinâmicos e riscos calculados.
  • Quanto ao futuro, há boa possibilidade de retorno ao Osasco, e Gray agradece o apoio dos torcedores.

Jenna Gray se despede do Osasco/São Cristóvão Saúde com gratidão. Eleita a melhor levantadora da Superliga 2025/2026, a americana destacou o trabalho do técnico Luizomar de Moura como diferencial para seu crescimento. A temporada terminou com dois títulos (Supercopa e Copa Brasil), prata no Sul-Americano e bronze no Mundial de Clubes.

A levantadora está no Brasil desde 2023, quando chegou ao Gerdau Minas. Em entrevista ao club paulista, Gray analisou a passagem, o desempenho em Osasco e não descarta um retorno no futuro.

Desempenho e referência tática

A levantadora ressalta que a função envolve muito mais que técnica: leitura de jogo, liderança e tomada de decisões sob pressão. O prêmio de melhor da liga foi construído também pela atuação das companheiras e pela química da equipe.

Momento de consolidação no trabalho

Gray afirma que o ritmo do time foi definido a partir de dezembro, com destaque para o Mundial de Clubes. A confiança adquirida ali manteve-se ao longo da temporada, com a Osasco disputando várias competições.

Desafios da temporada

Foram quase 60 jogos, com períodos de cinco partidas em seis dias. O desafio foi recuperar fisicamente e emocionalmente após vitórias ou derrotas relevantes.

Aprendizado no vôlei brasileiro

Ela diz ter desenvolvido maior criatividade e resiliência ao atuar no Brasil, permitindo conduzir sistemas ofensivos dinâmicos e assumir novos riscos.

Sobre Luizomar de Moura

Gray destaca a confiança diária de Luizomar e o ambiente de trabalho sem julgamentos. A liderança dele ajudou a evoluir, com a treinadora criando espaço para que ela jogasse com autenticidade.

Relação com as companheiras

A levantadora elogia o grupo, enfatizando o espírito de equipe, o apoio mútuo e o respeito mesmo em momentos de cansaço. A convivência foi marcada por carinho e leveza.

Legado e expectativas da torcida

Gray expressa gratidão pelo acolhimento dos torcedores de Osasco e pela lealdade demonstrada ao longo da temporada. A expectativa de retorno ao clube existe, com uma boa possibilidade mencionada pela atleta.

Olhar para o futuro

Ainda sem definir o próximo destino, Jenna Gray afirma que pode haver chance de voltar ao Osasco no futuro, mantendo a relação com o clube e a torcida.

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