- Charles Leclerc terminou em oitavo no GP de Miami, após receber punição de 20 segundos pela FIA, o que o deixou duas posições atrás no grid e com quatro pontos no Mundial de Pilotos.
- A FIA afirmou que o carro 16 rodou na última volta, bateu no muro e não saiu da pista, cortar as chicanes e, assim, ter vantagem; por isso foi aplicada a penalidade de 20 segundos.
- A punição não teve relação com falha mecânica declarada pela Ferrari, e sim com a necessidade de cortar as curvas para chegar à linha de chegada.
- A situação em Miami guardou semelhança com um caso parecido envolvendo Lewis Hamilton em Singapura de 2025, quando o piloto recebeu punição de cinco segundos por violar o regulamento. Além disso, técnicos da Ferrari mencionaram o uso do LiCo (Lift and Coast) para reduzir a velocidade em algumas curvas.
O piloto Charles Leclerc terminou o GP de Miami em oitavo lugar após perder 20 segundos na punição aplicada pela FIA, o que o fez cair duas posições no grid. Isso deixou o monegasco da Ferrari com apenas quatro pontos no Mundial de Pilotos.
Logo após deixar Piastri passar, Leclerc colidiu com o muro e teve a performance reduzida a cada volta restante. A dificuldade da Ferrari permitiu que George Russell e Max Verstappen ultrapassassem o líder de prova nas curvas finais.
A FIA entendeu que a atitude de Leclerc violou o Regulamento Esportivo da Fórmula 1, no artigo B1.8.6. Sem contestação do piloto ou da equipe, o penalidade de 20 segundos foi aplicada, prejudicando a posição final do piloto.
Caso semelhante com Hamilton
Em Singapura de 2025, Hamilton terminou em sétimo, perdendo posição para Alonso após ações na disputa final. A FIA apontou violação aos artigos 33.3 e 12.2.1, aplicando cinco segundos de punição.
Naquela ocasião, pedais de freio falharam tanto na Ferrari quanto em Leclerc em Singapura, levando os pilotos a usar a técnica LiCo (Lift and Coast) para reduzir velocidade sem frear fortemente.
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