- Fernando Alonso indica que não espera melhora imediata na Aston Martin em 2026, citando foco na resoluções de problemas um a um.
- Após o GP de Miami, a equipe foi apontada como a única do grid sem atualizações relevantes no carro, com prioridade para reduzir peso e atenuar vibrações do motor Honda.
- Alonso afirma que a evolução mais expressiva deve demorar, mantendo a confiança da equipe mesmo com o cenário atual.
- O chefe Mike Krack admite avanços na confiabilidade, na redução de vibrações e na dirigibilidade, mesmo sem grandes mudanças aerodinâmicas.
- A Aston Martin aposta em pacotes atuais otimizados e em melhorias futuras após o verão europeu, com ações graduais antes de uma atualização mais robusta.
Aston Martin enfrenta uma fase difícil na F1 2026. Fernando Alonso admitiu que não espera evolução imediata no carro, destacando que o time precisa resolver problemas um a um para ganhar confiança no desenvolvimento.
Após o GP de Miami, documentos da FIA indicaram que a equipe foi a única do grid a não apresentar atualizações relevantes no veículo. O foco tem sido reduzir peso e tentar eliminar vibrações associadas ao motor Honda.
Alonso ressaltou que lidar com várias pendências ao mesmo tempo dificulta a percepção de ganho rápido. Ele deixou claro que melhorias significativas devem demorar, mantendo a equipe calma e concentrada.
Visão da direção
A Aston Martin, porém, adotou discurso mais contido. O chefe Mike Krack destacou avanços em confiabilidade, redução de vibrações e dirigibilidade, mesmo sem alterações aerodinâmicas importantes.
Krack afirmou que a equipe resolveu diversos problemas iniciais com rapidez e que o objetivo é extrair o máximo do pacote atual antes de uma atualização mais robusta. Ele citou que há espaço para evolução na execução.
A estratégia é manter o desempenho sob controle enquanto se planeja mudanças para a sequência da temporada, com foco em melhorar o equilíbrio entre confiabilidade e ritmo de corrida.
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