- Léia anunciou a aposentadoria da carreira de líbero, aos 41 anos, encerrando no Sesi Bauru após quatro temporadas consecutivas.
- Ao longo de mais de duas décadas no voleibol, a jogadora conquistou títulos relevantes e consolidou o fundo de quadra do Sesi Bauru.
- Na última temporada pelo clube, foi decisiva na conquista do Campeonato Paulista e do Sul-Americano, sétimo título continental da carreira e o primeiro do Sesi Bauru.
- A história profissional inclui passagens por Piracicaba, Mackenzie, Banespa, Osasco, Pinheiros e Minas, além de quatro vezes campeã da Superliga e campeã sul-americana de clubes (sete edições).
- Pela seleção brasileira, estreou em dois mil quatorze, integrou o grupo campeão do Grand Prix e disputou os Jogos Olímpicos do Rio em dois mil e dezesseis, encerrando a passagem pela equipe após o torneio.
Léia anunciou a aposentadoria do vôlei profissional aos 41 anos. A líbero encerra a carreira no Sesi Bauru, clube em que atuou por quatro temporadas consecutivas, após mais de duas décadas dedicadas ao esporte.
A decisão foi anunciada pela jogadora, que explicou a dificuldade de deixar as quadras e o foco em cuidar da família. Ela citou lesões no passado, mas ressaltou que não há uma lesão atual; trata-se de uma despedida por tempo de convivência com o círculo próximo.
Na última temporada pelo Sesi Bauru, Léia teve papel decisivo nos títulos do Campeonato Paulista e do Sul-Americano, somando o sétimo título continental e o primeiro com o clube.
A líbero nasceu em Ibitinga, interior de São Paulo, e ajudou a moldar o projeto de vôlei do Sesi. Entre títulos, ficou variando entre Paulista, Supercopa e resultados continentais ao longo de sua trajetória.
Ao longo da carreira, passou por Piracicaba, Mackenzie, Banespa, Osasco, Pinheiros e Minas. Léia acumula conquistas expressivas: quatro títulos da Superliga e várias edições do Sul-Americano de Clubes.
Ela também conquistou o tricampeonato mineiro e a Copa Brasil, entre outras conquistas, sendo reconhecida como uma das melhores líberos do voleibol brasileiro. A trajetória inclui reconhecimento internacional.
A primeira convocação à Seleção Brasileira ocorreu em 2014, no Grand Prix daquele ano, quando o time foi campeão. Posteriormente, ajudou a equipe no Sul-Americano e foi titular no Grand Prix 2016.
Com a continuidade na seleção, Léia liderou o fundo de quadra brasileiro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, marcando a competição como uma das fases finais de sua carreira internacional.
Em 2019, foi chamada de José Roberto Guimarães para retornar à seleção exclusivamente para a Liga das Nações, demonstrando a importância de sua experiência no elenco.
Ao encerrar a carreira, Léia afirmou o desejo de investir em novas atividades, como estudos, esporte de menor impacto e tempo maior com familiares, incluindo o marido e a mãe.
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