- A FIA sinalizou a possibilidade de retorno dos motores V8 até 2031, tema em debate na Fórmula 1.
- A Mercedes apoia a ideia, valorizando o apelo histórico dos motores aspirados, mas cobra equilíbrio com a eletrificação.
- Toto Wolff destacou que a F1 precisa manter relevância fora das pistas e não depender apenas de combustão.
- Ele propõe um modelo híbrido mais equilibrado, com cerca de 1.200 cavalos, sendo 800 da combustão e 400 da parte elétrica.
- O chefe da Mercedes enfatizou a importância de um processo coletivo para definir regras, levando em conta custos para as montadoras.
A FIA sinalizou a possibilidade de retorno dos motores V8 até 2031, tema que ganhou força na Fórmula 1. A Mercedes mostrou apoio, desde que haja equilíbrio com a eletrificação.
Toto Wolff, chefe da equipe, reconheceu o apelo histórico dos V8, destacando a nostalgia e a pureza do motor. Ele lembrou que o motor precisa ser desenvolvido pela Mercedes, com alto regime de RPM.
Apesar do entusiasmo, o dirigente destacou a necessidade de acompanhar a evolução tecnológica. É essencial manter a relevância fora das pistas, principalmente quanto à eletrificação e à autonomia de energia.
Um modelo híbrido mais equilibrado foi apresentado por Wolff, com cerca de 1.200 cavalos, divididos entre 800 de combustão e 400 da parte elétrica. A proposta visa combinar potência e eficiência.
Wolff defendeu um processo coletivo para definir regras, considerando não apenas desempenho, mas também custos para as fabricantes. A ideia é chegar a um “megamotor” bem planejado e viável.
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