- A regulamentação de 2026 não resolveu todos os problemas de gestão de motores, segundo Oscar Piastri.
- Na corrida de Miami, o piloto da McLaren ficou surpreso com a velocidade de Russell no final da reta, com o Modo Reta e o Modo Boost ativados.
- As mudanças, acordadas pela FIA, pela Gestão da Fórmula 1, chefes de equipe e fabricantes, incluem recarga máxima na classificação mais limitada e novos limites de uso de potência elétrica durante as provas.
- Piastri diz que as alterações foram perceptíveis na qualificação, mas pouco impactaram a corrida, terminando em terceiro em Miami.
- O piloto afirma que mudanças mais profundas dependem de uma revisão da fórmula dos motores, que não deve ocorrer antes de 2031, mantendo a expectativa de ajustes futuros.
A FIA, a Gestão da Fórmula 1 e os fabricantes de motores concordaram em ajustar o regulamento de 2026, buscando reduzir os extremos da gestão de energia durante as corridas. Mudanças incluem limites menores para recarga na classificação e uso reduzido de potência elétrica na prova.
Após três etapas da temporada, Oscar Piastri, da McLaren, afirmou que as alterações foram perceptíveis na qualificação, mas houve impacto limitado na corrida de Miami, onde terminou em terceiro. A velocidade na reta chamou sua atenção.
Piastri relatou surpresa com a aproximação dos carros quando o Modo Reta e o Modo Boost estavam ativos, o que encurtou sua vantagem sobre George Russell em cerca de 1 segundo antes da ultrapassagem rápida da Mercedes.
Ele destacou que, por mais que as manobras sejam dinâmicas, o regulamento atual não permite mudanças profundas sem uma revisão da própria fórmula dos motores, prevista apenas para 2031. Pressões para acelerar versões anteriores não devem adiar o cronograma.
Para o piloto australiano, novas alterações podem ser inevitáveis no futuro, mas a implementação depende de fatores técnicos e regulatórios. A FIA tem interesse em antecipar motores V8 para 2030, conforme discutido, sem confirmar prazos exatos.
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