- A tenista Aryna Sabalenka afirmou estar disposta a boicotar os Grand Slams para obter uma melhor divisão de receitas.
- Ela disse que “merecemos ser mais bem pagos” e que algumas condições nos torneios são injustas.
- Em abril de 2025, jogadores da ATP e da WTA enviaram uma carta aos organizadores solicitando que a parte destinada aos atletas aumente para 22%.
- Na segunda-feira, Sabalenka e outros lamentaram que, mesmo com o aumento total de premiação para 2026, a fatia para jogadoras e jogadores pode ficar abaixo de 15%.
- Iga Swiatek chamou o boicote de solução extrema e pediu diálogo com os organizadores antes de Roland Garros.
Aryna Sabalenka, líder do ranking, afirmou estar disposta a boicotar torneios de Grand Slam para buscar uma divisão de receitas mais justa, conforme reivindicam diversas jogadoras. A declaração foi feita em coletiva de imprensa.
Na entrevista, a belarussa disse que o esporte depende das jogadoras e que elas mantêm o entretenimento. Ela citou que algumas condições nos Grand Slams são consideradas injustas para as atletas.
Em abril de 2025, a ATP e a WTA assinaram uma carta aos organizadores dos quatro Slams pedindo aumento da fatia destinada aos atletas, de 15% para 22%.
Na segunda-feira, Sabalenka e o wing do circuito masculino, Jannik Sinner, lamentaram que, apesar do aumento da premiação total para 2026, a parcela para jogadores provavelmente continuará abaixo de 15%.
Iga Swiatek, outra estrela do feminino, classificou o boicote como uma solução extrema, destacando a importância de diálogo com os organizadores e antecipando uma reunião antes de Roland Garros.
Entre na conversa da comunidade