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Terceiro brasileiro na F1, Nano da Silva Ramos morre aos 100 anos

Terceiro brasileiro a disputar a Fórmula 1, Nano da Silva Ramos morre aos 100 anos após internação por pneumonia na França

Nano da Silva Ramos foi terceiro brasileiro na F1 (Foto: Reprodução/TV)
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  • Hermano da Silva Ramos, conhecido como Nano, morreu na última segunda-feira, 4 de maio de 2026, aos 100 anos, em França, após internação por pneumonia.
  • Ele foi o terceiro brasileiro a disputar a Fórmula 1, atuando pela Gordini entre 1955 e 1956 e disputando sete grandes prêmios.
  • Nano estreou na F1 no GP da Holanda de 1955, terminando em oitavo lugar, tornando-se o terceiro piloto brasileiro na categoria, depois de Chico Landi e Gino Bianco.
  • Seu melhor resultado na elite ocorreu no GP de Mônaco de 1956, quando partindo da 14ª posição chegou em quinto, somando os dois únicos pontos de sua carreira.
  • Nascido em dezembro de 1925, em Paris, Nano mudou-se ao Brasil com a família e iniciou no automobilismo em março de 1947; também competiu em provas de resistência, como as 24 Horas de Le Mans.

Hermano da Silva Ramos, conhecido como Nano, morreu na última segunda-feira (4) aos 100 anos, em um hospital na França. O falecimento ocorreu após ele ter sido internado no domingo (3) para tratar uma pneumonia. Na F1, Nano foi o terceiro piloto brasileiro a competir pela categoria.

Nascido em dezembro de 1925, em Paris, Nano mudou-se ao Brasil para seguir as raízes do pai. No país, iniciou a carreira no automobilismo em março de 1947, aos 21 anos. De volta à França, participou de corridas de carros esportivos, incluindo a 24 Horas de Le Mans.

A estreia na Fórmula 1 aconteceu em 1955 pela equipe Gordini, no GP da Holanda, terminando na oitava posição. Resultado que consolidou Nano como o terceiro brasileiro a disputar a principal categoria do esporte a motor, após Chico Landi e Gino Bianco.

Entre 1955 e 1956, disputou sete Grandes Prêmios pela F1. O melhor desempenho ocorreu no GP de Mônaco de 1956, quando partiu da 14ª posição e terminou em quinto, somando os dois pontos que compõem sua participação na categoria.

Naquele período, o automobilismo enfrentava a histórica tragédia do Le Mans de 1955, evento que marcou o esporte mundial. Nano encerrou a carreira na F1 mantendo o compromisso com o automobilismo internacional em uma era de rápidas mudanças técnicas.

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