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Atleta dorme 19 minutos em três dias e bateu recordes na ultramaratona

Rachel Entrekin vence Cocodona 250 no Arizona com 56 horas, 9 minutos e 48 segundos, dormindo apenas 19 minutos ao longo de três dias

A americana conquistou a vitória com um tempo recorde de 56 horas, 9 minutos e 48 segundos
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  • Rachel Entrekin, de 34 anos, venceu a Cocodona 250, ultramaratona no Arizona, com tempo recorde de 56 horas, 9 minutos e 48 segundos.
  • A prova tem 407 quilômetros de percurso, ganho de elevação de 11.827 metros e altitudes de até 2.817 metros, em condições áridas do deserto.
  • A atleta dormiu apenas 19 minutos ao longo dos três dias, com cochilos inferiores a dez minutos cada vez.
  • Foi a terceira vitória consecutiva de Entrekin na Cocodona 250, desta vez pela geral, superando atletas de elite, homens e mulheres.
  • Hoje, Entrekin atua como fisioterapeuta com doutorado; começou a correr em 2012 durante a faculdade no Alabama.

Rachel Entrekin, ultramaratonista norte-americana de 34 anos, venceu a Cocodona 250, uma das provas mais difíceis do mundo, realizada no deserto do Arizona. O tempo final foi de 56 horas, 9 minutos e 48 segundos, marcando a primeira vitória geral de a presença de atletas de elite de ambos os sexos.

A atleta dormiu apenas 19 minutos ao longo de três dias de prova. Ela fez cochilos rápidos, com sessões de menos de 10 minutos cada uma, para manter o ritmo durante o percurso de 407 quilômetros e 11.827 metros de ganho de elevação.

Entrekin conquistou o título pela terceira vez consecutiva na Cocodona 250, em uma edição que reuniu corredores de elite. A prova ocorre em condições áridas e chega a altitudes de até 2.817 metros no ponto mais alto.

Detalhes da prova

O percurso exige resistência extrema em terreno desértico, com variações de altitude e calor intenso. A corrida é reconhecida por testar limites físicos e mentais dos competidores, incluindo estratégias de sono e recuperação durante a competição.

Sobre a atleta

Entrekin é fisioterapeuta com doutorado e iniciou a carreira na corrida em 2012, durante a faculdade. Ela comenta que as ultramaratonas são uma forma de diversão e de explorar o mundo de forma concentrada em poucos dias.

A corredora também enfatiza que muitas vezes as mulheres subestimam próprias capacidades, destacando seu esforço como resposta a esse tipo de dúvida. A vitória reforça o perfil de Entrekin como referência em provas de ultralongas distâncias.

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