- James Vowles, chefe da Williams, detalha dificuldades no desenvolvimento do FW47, citando mudanças que deixaram o projeto mais complexo.
- O trabalho começou cedo, mas houve grandes desafios na integração entre aerodinâmica, unidade de potência e simulações, com o carro sendo cerca de uma a duas vezes mais complexo.
- As dificuldades obrigaram a Williams a revisar parte de sua forma de trabalhar durante o processo de desenvolvimento.
- Os problemas surgiram em várias áreas, incluindo os testes de colisão obrigatórios da Federação Internacional de Automobilismo, com alguns testes sendo difíceis e outros bem-sucedidos, sobrecarregando o sistema.
- A equipe acredita que o aprendizado adquirido pode acelerar a evolução do carro na temporada, reduzir a diferença para as equipes de ponta e ajudar na reconstrução do grid.
O chefe da Williams, James Vowles, detalhou os bastidores do desenvolvimento do FW47, o carro da equipe para a F1 de 2026. Segundo ele, o processo foi mais complexo do que o previsto, principalmente por causa das mudanças regulatórias.
De acordo com Vowles, o trabalho começou cedo, mas a integração entre aerodinâmica, unidade de potência e simulações apresentou dificuldades significativas ao longo do projeto. O desenho do FW47 acabou sendo mais desafiador do que a equipe antecipava.
O dirigente afirmou que o carro mostrou maior complexidade, o que levou a revisão de parte da forma de trabalhar durante o desenvolvimento. Os problemas surgiram em diferentes áreas, incluindo testes de colisão obrigatórios da FIA.
Além das dificuldades iniciais, a Williams revelou que alguns testes de colisão foram superados com êxito, enquanto outros apresentaram obstáculos que sobrecarregaram o sistema em momentos cruciais do processo.
Apesar dos obstáculos, a equipe vê aprendizados importantes que, segundo Vowles, devem contribuir para a evolução do FW47 ao longo da temporada. A Williams espera reduzir a diferença em relação aos rivals de ponta e avançar na reconstrução do grid.
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