- Günther Steiner, ex-chefe da Haas, acusa a FIA de manipular resultados e critica o tempo de resposta das decisões de punição no GP de Miami.
- Steiner diz que comissários deveriam decidir na hora, sem precisar acompanhar a corrida, e defende a ideia de ter um prazo para as decisões.
- Leclerc recebeu 20 segundos de penalidade por deixar a pista em várias ocasiões; Steiner argumenta que, se o carro fosse parado, haveria bandeira amarela ou Safety Car, e que a manobra não foi perigosa.
- O ex-diretor da Haas afirma que Leclerc apenas tentou minimizar prejuízos, lembrando que a corrida envolve esforço para obter o melhor resultado.
- Steiner afirma que a FIA estaria tomando decisões nos bastidores para favorecer ou punir, citando o caso de Verstappen e a clareza sobre a linha branca na saída dos boxes como exemplo.
O ex-chefe de equipe da Haas, Günther Steiner, criticou a FIA durante o último episódio do podcast The Red Flags. Ele questionou a agilidade das decisões dos comissários e a transparência do sistema de penalidades utilizado no Grande Prêmio de Miami.
Steiner afirmou que só ficou sabendo de punições adicionais depois de já estar a bordo do avião de retorno para casa. Ele disse que deveria existir um tempo limite para divulgação de punições para evitar ambiguidades.
Segundo o italiano, o papel dos comissários é analisar cenas e decidir rapidamente, não apenas acompanhar a corrida. Ele sugeriu que assistir à prova não deveria fazer parte do trabalho deles.
A discussão ganhou foco no caso de Charles Leclerc, que recebeu uma penalidade de 20 segundos após a prova por deixar a pista sem justificativa. Steiner defendeu o piloto da Ferrari, argumentando que, ao parar o carro, Leclerc poderia ter evitado riscos maiores na pista.
Para o ex-chefe da Haas, a decisão de aplicar a penalidade foi excessiva e não refletiu o contexto da corrida. Ele afirmou que Leclerc tinha a intenção de minimizar danos, tratando-se de competição esportiva.
Steiner também questionou a clareza de decisões recentes da FIA, citando como exemplo o caso envolvendo Max Verstappen e a regra da linha branca na saída dos boxes. Ele afirmou que a situação deveria ter uma leitura mais direta e objetiva pela organização.
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