- Surfistas, incluindo Lucas Chumbo, seguem para a Laje da Jagua, em Jaguaruna, em busca de um novo recorde de maior onda já surfada no Brasil.
- A previsão aponta para o dia 12 de maio, quando a ondulação pode gerar uma onda superior aos 14,82 metros que Chumbo atingiu em 2025.
- A Laje da Jagua fica cerca de cinco quilômetros da orla e só é visível quando o mar está muito agitado; o ciclone extratropical é apontado como impulsionador da ondulação.
- O coordenador de surf em ondas grandes da Surf Brasil, Thiago Jacaré, diz que o swell pode ser histórico, possivelmente maior que o registrado na Praia do Cardoso.
- A Laje da Jagua é uma formação rochosa submarina de aproximadamente dois quilômetros de extensão, cuja geometria ajuda o crescimento das ondas à medida que se aproximam da costa.
A Laje da Jagua, em Jaguaruna, pode registrar mais um recorde de onda gigante no Brasil. O local, já reconhecido por abrigar a maior onda surfada no país em 2025, recebe a expectativa de uma ondulação que pode superar os 14,82 metros.
A previsão aponta que o maior swell do ano pode ocorrer nesta terça-feira, com a atuação de um ciclone extratropical que elevou o nível do mar. Surfistas de todo o Brasil estão no litoral de Santa Catarina para acompanhar a evolução das ondas no principal ponto de modalidade no estado.
Lucas Chumbo, atual detentor do recorde, já está no local. Nesta segunda, ele disse estar confiante e relatou ter pego uma onda grande que quase passou despercebida pela multidão, devido ao tamanho. A equipe acompanha o movimento das marés e a resposta das ondas em tempo real.
Contexto do recorde
O recorde de 30 de julho de 2025 ficou em 14,82 metros na Laje da Jagua, região de Jaguaruna, a 157 quilômetros de Florianópolis. A ondulação ocorreu em condições desafiadoras, com o ciclone extratropical amplificando o tamanho das ondas.
Avaliação técnica e cenário local
A formação rochosa submarina da Laje da Jagua, com cerca de dois quilômetros de extensão, favorece o aumento das ondas conforme se aproximam da costa. Técnicos como Thiago Jacaré, da CBSurf, apontam que o swell pode superar marcas anteriores, destacando o fenômeno como possivelmente o maior do ano no Brasil.
Observações e acompanhamento
O local é visível apenas quando o mar está muito agitado, a cerca de 5 quilômetros da orla. Especialistas ressaltam que o mar está elevado e requer cautela para quem observa ou participa das atividades na região. A equipe de monitoramento acompanha a evolução das condições até o fim da ondulação.
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