Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lesão no tendão de Aquiles: médico esclarece dúvidas comuns

Lesão por sobrecarga no tendão de Aquiles atinge adultos entre 30 e 50 que praticam atividades de forma irregular; rupturas podem exigir cirurgia

Freepik
0:00
Carregando...
0:00
  • A lesão no tendão de Aquiles costuma ser causada por sobrecarga gradual, associada a mudanças bruscas na rotina, alongamento insuficiente e calçados inadequados.
  • O perfil mais afetado inclui pessoas entre trinta e cinquenta anos que treinam de forma irregular, além de corredores e atletas de futebol e basquete.
  • Sinais comuns antes de uma ruptura grave são dor na parte de trás do tornozelo, rigidez matinal, sensibilidade ao toque e leve inchaço.
  • Prevenção envolve aquecer, alongar a panturrilha, aumentar a intensidade dos treinos gradualmente, usar calçados adequados, fortalecer músculos e respeitar o tempo de descanso.
  • No início, tratamento é com repouso, gelo e fisioterapia; rupturas parciais ou totais podem exigir imobilização e, em alguns casos, cirurgia, seguidos por reabilitação.

O tendão de Aquiles, que conecta a panturrilha ao calcanhar, tem sido responsável por lesões cada vez mais frequentes entre pessoas ativas. A condição costuma resultar de sobrecarga gradual, associada a alongamento insuficiente, mudanças bruscas no treino e calçados inadequados.

O médico do esporte Sebastião Julio Rodrigues Junior explica que homens e mulheres entre 30 e 50 anos, com prática irregular de atividades, estão entre os perfis mais vulneráveis. Corredores e atletas de futebol e basquete também apresentam maior risco, assim como iniciantes sem adaptação gradual.

A lesão pode apresentar sinais antes de rupturas graves: dor atrás do tornozelo, rigidez pela manhã, sensibilidade ao toque e leve inchaço. Subir escadas ou correr podem tornar-se desconfortáveis nesses estágios iniciais.

Para prevenir, recomenda-se aquecer, alongar a panturrilha regularmente e aumentar a intensidade com gradualidade. Calçados adequados, fortalecimento muscular e períodos de descanso são essenciais para manter o tendão protegido. O equilíbrio entre esforço e recuperação é crucial a longo prazo.

Caso a lesão apareça, o tratamento varia conforme a gravidade. No começo, repouso, gelo e fisioterapia costumam restaurar a função. Em rupturas parciais ou totais, pode haver imobilização e, em alguns casos, cirurgia, especialmente entre jovens ativos. A reabilitação é indispensável em todas as situações para evitar recidivas.

O caso de Lucas Moura, meia do São Paulo, que sofreu ruptura do tendão calcâneo durante partida contra o Bahia, levou o tema a ganhar ainda mais notoriedade. Moura passou pela cirurgia na manhã de 4 de maio, evidenciando a gravidade da lesão no esporte de alto rendimento.

Entidades médicas destacam a importância de diagnóstico precoce e acompanhamento interdisciplinar. O foco permanece na prevenção, na identificação de sinais precoces e na adesão a planos de reabilitação individualizados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais