- Receita da Fórmula 1 no 1º trimestre de 2026 foi de US$ 617 milhões, alta de 53% frente ao mesmo período de 2025 (US$ 403 milhões).
- Lucro operacional ficou em US$ 107 milhões, ante prejuízo de US$ 28 milhões no 1º tri de 2025.
- O crescimento deve-se ao calendário, com três corridas de janeiro a março de 2026 (Austrália, China e Japão) versus duas em 2025, elevando receitas com direitos de transmissão, patrocínios e promoção.
- A Liberty Media anunciou o retorno do Grande Prêmio da Turquia a partir de 2027 e novos contratos de patrocínio (Standard Chartered, Marsh, FanDuel, Betway), além de renovações (Salesforce, Allwyn) e direitos de TV com Sky, Foxtel e beIN.
- Repasses às equipes subiram 61%, de US$ 114 milhões (1º tri de 2025) para US$ 184 milhões (1º tri de 2026); a temporada de 2026 terá 22 corridas.
A Fórmula 1 registrou um salto de 53% na receita no primeiro trimestre de 2026, atingindo US$ 617 milhões. O lucro operacional da categoria ficou em US$ 107 milhões, frente a um prejuízo de US$ 28 milhões no mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados pela Liberty Media em 7 de maio.
Na prática, o desempenho foi impulsionado pelo calendário mais robusto. Entre janeiro e março de 2026 houve3 corridas (Australia, China e Japão) contra duas em 2025, o que elevou receitas de transmissão, promoção e patrocínios. A receita é reconhecida conforme o número de eventos realizados.
Calendário e impactos
A Liberty Media aponta que o cancelamento dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, previstos para abril, não alterou o resultado deste trimestre, mas deve impactar o segundo balanço. A temporada de 2026 prevê 22 corridas, duas a menos que 2025.
Novos patrocínios e acordos
Junto aos resultados, a empresa anunciou o retorno do Grande Prêmio da Turquia ao calendário a partir de 2027, em acordo plurianual. Novos contratos de patrocínio incluem Standard Chartered, Marsh, FanDuel e Betway, além de renovações com Salesforce e Allwyn.
Direitos de transmissão e televisão
A Liberty Media também destacou a renovação de direitos de TV com a Sky (Reino Unido e Itália), Foxtel (Austrália) e beIN (Ásia). O crescimento de hospitalidade e do Paddock Club foi sustentado por novas ofertas premium e maior volume de vendas.
Repasses às equipes e contexto corporativo
O valor repassado às equipes subiu 61%, passando de US$ 114 milhões no 1º trimestre de 2025 para US$ 184 milhões em 2026. Stefano Domenicali, presidente e CEO, ressaltou a competitividade das pistas e a expansão da base de fãs. A Liberty Media também integra a MotoGP ao seu portfólio.
Contexto da empresa
A Liberty Media apresentou uma receita consolidada de US$ 711 milhões no trimestre, considerando todas as operações de esporte a motor. O CEO, Derek Chang, destacou a busca por valor a longo prazo por meio de investimentos nas marcas globais.
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