- Jade Carey está de volta à ginástica artística de elite, após quase dois anos afastada, dizendo que os próximos anos podem ser o capítulo final de sua carreira.
- A reestreia oficial acontece no American Classic, marcando sua primeira competição desde os Jogos Olímpicos de Paris 2024.
- Em Paris 2024, Carey integrou a equipe campeã e conquistou bronze no salto, apesar de sofrer desgaste físico durante a competição.
- O retorno veio após um período de pausa, durante o qual ela repensou o esporte e voltou a treinar de forma mais leve, percebendo que ainda tinha vontade e condição de competir.
- Uma lesão no quadril, em janeiro, atrasou parte da preparação, principalmente para o salto, mas a atleta quer manter menos pressão e mais equilíbrio. Londres 2028? Ainda em avaliação, com a possibilidade de ser sua despedida olímpica em casa.
Jade Carey confirmou seu retorno à ginástica artística de alto nível após quase dois anos longe das competições. A norte-americana, medalhista olímpica, anunciou que encara o retorno como o capítulo final de sua trajetória no esporte e fará sua primeira participação desde Paris 2024 no American Classic.
A atleta de 25 anos explicou, em entrevista ao Olympics.com, que o afastamento mudou sua relação com a ginástica. O retorno não é movido por pressão externa, e sim pela vontade de encerrar a carreira com plenitude, aproveitando todas as oportunidades.
Repercussão e trajetória olímpica
Carey ganhou projeção mundial ao vencer o ouro no solo em Tóquio 2020. A partir desse ciclo, ampliou suas ambições, chegando a Paris 2024 como uma das veteranas da equipe dos EUA, e conquistando bronze no salto em solo olímpico por equipes.
Na capital francesa, a ginasta enfrentou dificuldades físicas, sentindo o corpo desgastado nas vésperas das provas, mas decidiu competir. A experiência ajudou a fortalecer a mentalidade de luta em condições adversas.
Pausa, reflexão e retorno
Após Paris, Carey fez uma pausa completa, algo incomum para atletas de alta performance. O período sem treinamento intenso trouxe tranquilidade e uma relação menos pressionada com o esporte, que gradualmente voltou a despertar interesse.
A volta ocorreu de forma gradual, com observação do treino da Oregon State University, universidade onde atuou nos últimos anos, antes de retomar movimentos de forma recreativa e sem cobrança excessiva.
Desafios físicos e perspectivas
Mesmo com a decisão de retornar, a ginasta encarou uma lesão no quadril diagnosticada em janeiro, que atrasou parte da preparação e impactou treinos de salto, uma de suas especialidades. Houve momentos de dúvida sobre o ritmo do retorno.
Agora, Carey diz buscar equilíbrio e menos pressões, priorizando a continuidade do esporte enquanto ainda sente prazer físico e mental de competir.
Futuro incerto e possível despedida olímpica
Embora ainda não haja confirmação, Los Angeles 2028 surge como possível despedida olímpica para Carey, que admite que a edição em casa tem grande significado. O foco atual é manter a prática com prazer e responsabilidade, sem depender apenas de medalhas.
As informações são repercutidas com base em declaração da atleta ao Olympics.com e no histórico recente da ginasta em Tóquio 2020 e Paris 2024.
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