- Luana Silva, 22 anos, nasceu em Honolulu, Havaí, e passou a representar o Brasil no surfe a partir de 2022.
- Ela venceu a etapa Gold Coast da World Surf League (WSL), abrindo o caminho para o Brasil no topo do ranking mundial feminino; o mesmo feito na categoria masculina foi de Gabriel Medina.
- Luana começou a surfar aos 3 anos, passou pelas categorias júnior, qualificatória e Challenger e chegou ao Championship Tour em 2022.
- Em 2025, tornou-se a primeira sul-americana a vencer o Mundial Júnior em 20 anos.
- A decisão de trocar de bandeira contou com o apoio da família e de Tatiana Weston-Webb, conforme documentário da WSL.
Luana Silva, surfista de 22 anos, venceu a etapa Gold Coast da WSL, liderando o ranking mundial do surfe feminino e colocando o Brasil na ponta. A vitória ocorreu na Gold Coast, na Austrália, com Luana defendendo a bandeira brasileira desde 2022, após troca de país.
Nascida em Honolulu, Havaí, em 2004, Luana é filha de brasileiros Fábio Silva e Tatiana Coelho. Ela competia pelos Estados Unidos até 2018, quando decidiu representar o Brasil, influenciada pela proximidade com a equipe brasileira e pela atmosfera das etapas.
Desde os 3 anos Luana já pegava onda, incentivada pelos pais. Ela entrou no Circuito Mundial de Surfe em 2016, passou por divisões Júnior, Qualifying e Challenger, e subiu ao Championship Tour em 2022. Em 2025, tornou-se a primeira sul-americana a vencer o Mundial Júnior em 20 anos.
Troca de bandeira e relação com a família
Em 2022, Luana optou por vestir o verde e amarelo. Em documentário da WSL, destacou a conexão dos brasileiros durante as etapas e a energia positiva do grupo. Tatiana Weston-Webb, também criada no Havaí, foi uma grande incentivadora da mudança, segundo o material da WSL.
A publicação de Luana Silva, from Island to Storm, retrata o redesenho de sua identidade esportiva. A atleta afirmou que sentiu a união com o Brasil e ressaltou a importância desse apoio em sua trajetória no circuito mundial.
A liderança no ranking mundial, após a vitória na Gold Coast, reforça o destaque do Brasil no surf feminino. A repercussão tem como foco a continuidade do desempenho nas próximas etapas do circuito.
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