- A McLaren anunciou parceria técnica com a Intel para as equipes de Fórmula 1 e IndyCar.
- A equipe recebeu permissão para ampliar a fábrica em Woking, no sudoeste de Londres, para instalar uma plataforma de teste.
- A plataforma de teste permite rodar o carro montado para entender a interação entre seus componentes, sem usar o túnel de vento.
- A ampliação prevê 143 metros quadrados para receber o equipamento, hoje alugado de uma empresa austríaca.
- O investimento total é de cerca de 130 milhões de dólares; a McLaren é atual bicampeã de construtores da Fórmula 1.
A equipe McLaren anunciou nesta quinta-feira uma parceria técnica com a Intel para as equipes de Fórmula 1 e IndyCar, além de ter autorização para ampliar sua fábrica em Woking, no Reino Unido. O objetivo é instalar uma plataforma de teste de alto nível, hoje alugada, para acelerar o desenvolvimento dos carros.
A plataforma de teste permite simular o funcionamento conjunto de componentes já montados, ajudando a compreender o estresse de peças mecânicas sem colocar o carro na pista. Diferente do túnel de vento, que mede aerodinâmica, a plataforma foca em interações entre subsistemas.
Andrea Stella, chefe da McLaren, destacu que a prática é comum na F1 e facilita a validação de sistemas fundamentais, como a caixa de câmbio, além de complementar o dinamômetro existente no MTC.
Ampliação e investimentos
O projeto aprovado pela prefeitura de Woking prevê a ampliação de 143 metros quadrados da fábrica, para receber a plataforma de teste. A finalidade é aumentar a eficiência do processo de desenvolvimento, integrando o novo equipamento às operações já existentes.
A McLaren investiu cerca de 130 milhões de dólares nos últimos anos para infraestrutura, incluindo um novo simulador e um túnel de vento. A equipe busca manter o ritmo da recuperação financeira e manter a icônica competitividade na F1, onde é bicampeã de construtores.
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