- Carlos Sainz, piloto da Williams, testou o Madring, o novo circuito de 5,4 km que estreia na Fórmula 1 em setembro, em Madri.
- O espanhol disse que o traçado é mais extremo do que esperava, com trechos urbanos e permanentes, curvas cegas e mudanças de elevação, destacando a curva La Monumental, de cerca de 540 metros e 24% de inclinação.
- A subida antes de La Monumental é a parte mais impactante, segundo Sainz, que descreveu a curva como completamente cega e “uma mistura selvagem”.
- Ele apontou a curva 1 como zona de frenagem e ultrapassagem, e a reta Ribera del Sena com frenagem pesada na curva 5, estimando 320–330 km/h e ressaltando a importância da estratégia entre as curvas 1 e 4.
- O Grande Prêmio da Espanha ocorrerá em Madri a partir de 13 de setembro; as obras seguem até o fim de maio, com instalação de arquibancadas e ajustes finais, e o contrato vai até 2035.
Carlos Sainz completou a primeira volta no Madring, o novo circuito de Madri que estreia na Fórmula 1 em setembro. O teste ocorreu na Espanha, com o piloto dirigindo um Ford Mustang. O objetivo é avaliar o traçado antes da temporada.
Sainz disse ao Diario As que o traçado é mais extremo do que esperava, mesclando trechos urbanos e permanentes, curvas cegas e mudanças de elevação. Ele ressaltou a complexidade do circuito e a sua sensação de desafio técnico.
Um destaque destacado foi a curva La Monumental, com cerca de 540 metros de extensão e inclinação de 24%.
Detalhes do traçado
A curva 1 funciona como primeira zona de frenagem e ultrapassagem; o piloto destacou que é preciso jogar o carro cedo, na terceira marcha. A expectativa é ver os carros lutando pela posição.
A reta Ribera del Sena é seguida de frenagem pesada na curva 5, com velocidades em torno de 320-330 km/h. A estratégia entre as curvas 1 e 4 pode influenciar as ultrapassagens.
No trecho permanente, há sequência de curvas cegas, chicane lenta e curvas rápidas de alta carga aerodinâmica, onde o carro pode mostrar o desempenho máximo.
Avanços da inauguração e obras
O circuito de Madri sediará o GP da Espanha, substituindo Barcelona, a partir de 13 de setembro. As obras seguem até o fim de maio, com instalação de arquibancadas e ajustes finais. O contrato vale até 2035.
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