- O diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis, afirma que o ADUO não é uma “solução mágica” para os problemas de desempenho das montadoras.
- O ADUO é uma margem de desenvolvimento dentro das novas regras de unidade de potência, permitindo fabricantes ficarem pelo menos dois por cento abaixo do padrão de referência com base nos dados da FIA.
- O sistema será usado pela primeira vez neste final de semana, no Grande Prêmio do Canadá, para determinar a elegibilidade a atualizações.
- O ADUO não funciona como um mecanismo de equilíbrio de performance e não oferece vantagens artificiais, apenas mais espaço para desenvolvimento.
- Valores de apoio financeiro: entre dois e quatro por cento abaixo do melhor motor podem receber até US$ três milhões; mais de dez por cento abaixo podem receber até US$ dezenove milhões, incluindo uma antecipação de verba futura do teto de gastos. A discussão ganhou força após dificuldades de equipes como Aston Martin e Audi, com a primeira análise a ser feita após o GP do Canadá.
Em entrevista, o diretor de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis, afirmou que o ADUO não deve ser visto como uma solução mágica para os problemas de desempenho de algumas montadoras. O sistema será utilizado pela primeira vez neste fim de semana, no Grande Prêmio do Canadá. O objetivo é manter as equipes com até 2% abaixo do padrão de referência, com base nos dados da entidade.
Tombazis ressaltou que o ADUO não funciona como mecanismo de equilíbrio de performance. Não haverá ganhos artificiais, como alterações no fluxo de combustível. O ADUO oferece apenas margem extra para o desenvolvimento das fabricantes, sem assegurar vantagens diretas.
O que é ADUO e como funciona
Segundo a FIA, o programa concede apoio financeiro conforme o déficit de performance. Fabricantes entre 2% e 4% abaixo do melhor motor podem receber até US$ 3 milhões para desenvolvimento.
Fabricantes mais de 10% atrás podem receber até US$ 19 milhões, incluindo adiamento de verba futura do teto de gastos. A medida visa compensar desvantagens técnicas sem distorcer o equilíbrio competitivo.
Próximos passos e destaques da aplicação
A discussão sobre o ADUO ganhou força diante das dificuldades observadas pela Aston Martin e pela Audi. A avaliação inicial ocorre após o GP do Canadá, com aprovação possível para atualizações já na próxima corrida, caso haja consenso entre as equipes.
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