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Ford apoia retorno dos motores V8 à F1 após mudança estratégica

Ford reafirma apoio ao retorno dos motores V8 à Fórmula 1, defendendo equilíbrio entre combustão e eletrificação e antecipando ajustes regulatórios para 2031

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  • A Ford apoia o retorno dos motores V8 à Fórmula 1 no futuro, mantendo espaço para combustão com foco em fuels sustentáveis.
  • Regulamentos futuros estão em estudo pela Fórmula 1 e pela FIA, com possível uso de V8 movidos a combustíveis sustentáveis e menos ênfase na eletrificação, mirando 2031.
  • A Ford participa do projeto de motores da Red Bull Racing para a nova geração da Fórmula 1 e vê a ideia com bons olhos.
  • Mark Rushbrook, diretor da Ford Performance, afirma que a empresa adotou uma abordagem mais flexível de propulsão, trabalhando com combustão, híbridos e elétricos.
  • A Ford diz aceitar diferentes proporções entre combustão e eletrificação e aponta que o retorno já trouxe resultados acima do esperado.

A Ford Motors reforçou seu apoio à ideia de retorno dos motores V8 à Fórmula 1 no futuro. A posição foi comentada por Mark Rushbrook, chefe da Ford Performance, que vê utilidade de motores a combustão mesmo com a aposta na eletrificação.

A fabricante participa do projeto de motores para a Red Bull Racing na nova geração da Fórmula 1. Rushbrook disse que a mudança na estratégia de veículos de rua da Ford mantém viva a possibilidade de uso de V8 com combustíveis sustentáveis e menor participação elétrica.

A Ford destaca uma visão mais flexível de propulsionamento, contemplando combustão, híbridos e elétricos para mercados globais. Segundo Rushbrook, a empresa precisa oferecer soluções diferentes conforme região e clientes.

Ato regulatório em pauta

Discussões sobre os próximos regulamentos da Fórmula 1 e FIA já ocorrem antes das regras de 2026. A ideia é avaliar V8 com combustíveis sustentáveis e menor participação de eletricidade para ciclos futuros.

O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, sugeriu que o retorno dos V8 é uma questão de tempo, com perspectivas de mudanças para 2031 e possível antecipação.

Rushbrook ressaltou que o retorno já trouxe resultados acima do esperado para a Ford, com benefícios além do planejado desde o início do projeto há cerca de três anos e meio.

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