- A Alpine começou a usar o simulador Dynisma em Enstone, como parte da modernização para a Fórmula 1 de 2026.
- O equipamento é o mesmo modelo utilizado por Ferrari e McLaren, com a Dynisma anunciando que já está totalmente operacional na fábrica francesa.
- O objetivo é melhorar o desenvolvimento do carro diante das mudanças técnicas radicais previstas para 2026.
- O sistema tem latência inferior a cinco milissegundos, largura de banda de até 100 Hz, movimento lateral contínuo e simulação avançada de perda de aderência.
- A equipe, que fechou acordo com a Mercedes para potência e componentes, espera que o simulador ajude no desenvolvimento do carro e na preparação dos pilotos Pierre Gasly e Franco Colapinto.
A Alpine confirmou o uso de um novo simulador, o Dynisma, em Enstone, marcando mais um passo na modernização da equipe para a Fórmula 1 de 2026. O equipamento já está em operação na fábrica da equipe francesa.
O simulador é o mesmo modelo utilizado por Ferrari e McLaren. A Dynisma informou que a ferramenta busca máxima precisão entre o comportamento virtual e os dados reais da pista, com latência inferior a cinco milissegundos e capacidade de movimento lateral.
A Alpine vê o Dynisma como central diante das mudanças técnicas previstas para 2026, que exigem maior desenvolvimento virtual. A equipe passa por reestruturação técnica após fechar acordo com a Mercedes para fornecimento de unidade de potência, caixa de câmbio e suspensão traseira.
Avanços para o desenvolvimento e pilotos
A ferramenta deve apoiar a evolução do carro durante o desenvolvimento e auxiliar na preparação dos pilotos Pierre Gasly e Franco Colapinto ao longo da temporada.
Contexto regulatório e impactos esperados
As mudanças radicais no regulamento técnico de 2026 tornam a simulação ainda mais relevante para ajustes de performance e confiabilidade do conjunto, segundo a Alpine. A equipe pretende aprimorar o desempenho sem perder o foco na operação na fábrica de Enstone.
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