- As críticas ao novo regulamento da F1 concentram-se na gestão de energia e no aumento da potência elétrica dos motores.
- Mohammed Ben Sulayem defende o cronograma de desenvolvimento das normas em entrevista à Forbes.
- A FIA informou que, logo após a abertura da temporada na Austrália, dialogou com o departamento técnico, a comissão de monopostos e com os pilotos para ajustes de segurança e eletrificação.
- Sulayem diz que as reclamações vêm principalmente de quem ocupa posições atrás nas quatro primeiras corridas do ano.
- Em tom contestatório, o presidente cita que apenas “quem está atrás” reclama, sugerindo que Mercedes e Ferrari não teriam feito queixa.
Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA, respondeu às críticas ao novo regulamento da Fórmula 1 de forma firme, destacando o cronograma de desenvolvimento das normas. Em entrevista à Forbes, ele defendeu o ritmo de implementação, reiterando que as diretrizes visam progresso técnico e segurança.
Segundo Sulayem, a FIA manteve diálogo próximo com o departamento técnico, a comissão de monopostos e os pilotos logo após a abertura da temporada na Austrália. O objetivo foi ajustar aspectos de segurança e da eletrificação, buscando reduzir ruídos e limitações na aplicação das regras.
O dirigente afirmou que as reclamações são mais perceptíveis entre os pilotos que não obtiveram bons resultados nas quatro primeiras corridas do ano, sugerindo que o descontentamento é concentrado entre quem está atrás na classificação. A frase, não citada literalmente, é apresentada como conclusão de observações internas.
Contexto
A pauta das críticas envolve principalmente o gerenciamento de energia e o aumento da potência elétrica dos motores, pontos centrais do regulamento recente. A FIA sustenta que as mudanças mantêm o equilíbrio competitivo e a segurança dos pilotos, com ajustes contínuos conforme os eventos da temporada avançam.
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