- Bia Ferreira voltou aos treinos com a seleção brasileira com foco em disputar a terceira Olimpíada e buscar o ouro em Los Angeles 2028.
- Ela acumula bronze em Paris, prata em Tóquio e segue consolidando a carreira híbrida entre boxe olímpico e profissional.
- A atleta afirma que não houve adeus: o afastamento foi estratégico para ganhar experiência no profissional, mantendo os dois caminhos.
- O bronze em Paris foi descrito como menos doloroso que a prata em Tóquio, trazendo aprendizado e a necessidade de treinar mais quando necessário.
- Para LA 2028, a nova versão aposta em experiência e “malandragem” no ringue, mantendo a entrega total e o objetivo máximo do ouro olímpico.
Bia Ferreira não tem tempo para descanso. Depois de conquistar bronze em Paris, prata em Tóquio e se firmar no boxe profissional, a baiana voltou aos treinamentos com a seleção nacional. O objetivo é disputar a terceira Olimpíada e buscar o ouro em Los Angeles 2028.
A atleta explica que a passagem pela competição olímpica permanece em aberto. Afastamento da equipe foi uma estratégia para ganhar experiência no profissional e se adaptar às diferenças entre os dois formatos. O esforço manteve o foco no objetivo maior.
Abaixo do pódio, a prata de Tóquio foi menos satisfatória que o bronze de Paris, afirma. Em Paris, o cansaço pesou, mas houve aprendizado: treinar sempre além do necessário vira regra. As medalhas já estão tatuadas na pele.
Foco em LA 2028
Para Bia, a experiência atual é a chave para o ciclo rumo a Los Angeles. Ela diz estar mais madura, dosando esforços com mais observação e sabedoria no ringue. A essência de entrega total permanece no treino e nas disputas.
O ouro olímpico surge como objetivo principal, uma meta que a atleta pretende alcançar ao fim da carreira. Ela acredita que pode fechar o ciclo com o título olímpico e completar o pódio em casa, reforçando o legado no boxe brasileiro.
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