- O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro completa 10 anos, legado das Olimpíadas e Paralímpiadas de 2016, em São Paulo.
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O complexo tem 95.000 metros quadrados, com estruturas internas e externas para treinamento, competições e intercâmbio, incluindo hospedagem para cerca de 300 leitos.
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O CT abriga vinte modalidades, entre elas atletismo, natação, futebol de cegos, tênis em cadeira de rodas, bocha, goalball e judô.
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Na Rio 2016 foram 72 medalhas para o Brasil; na Paralimpíada de Tóquio (2021) o país repetiu o total, e em Paris 2024 atingiu 88 medalhas, com 25 de ouro.
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Nos últimos dez anos, sessenta e sete recordes mundiais foram estabelecidos nas instalações do CT Paralímpico.
O Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro (CT Paralímpico) completa 10 anos como legado das Olimpíadas e Paralimpíadas Rio 2016. O espaço, em São Paulo, consolidou-se entre os quatro melhores centros de treinamento do mundo, fortalecendo o esporte paralímpico nacional. Hoje abriga instalações para 20 modalidades.
Inaugurado em 23 de maio de 2016, o CT tem área construída de 95 mil m², com pistas de atletismo, piscina, quadras adaptadas, salas de treino e áreas de medicina do esporte. A hospedagem térrea oferece cerca de 300 leitos, além de refeitório e apoio logístico.
O complexo também funciona como núcleo de intercâmbio, treinamento de alto rendimento e pesquisa. Ao longo da década, surgiram investimentos que ampliaram o quadro de medalhas e fortaleceram a visibilidade do esporte paralímpico no Brasil.
Estrutura e capacidades
O CT Paralímpico reúne áreas para diversas modalidades, incluindo atletismo, basquete em cadeira de rodas, natação e tênis de cadeira de rodas. O complexo apoia treinos, competições e atividades de ciência do esporte.
A infraestrutura é acompanhada por serviços de suporte, como hospedagem, alimentação, lavanderia e áreas administrativas. A iniciativa faz parte do legado institucional para o desenvolvimento contínuo de atletas.
Legado esportivo
Entre 2016 e 2024, o Brasil registrou 72 medalhas na Paralimpíada de Rio 2016, com 14 ouros. Em Tóquio 2020/2021, o país manteve as 72 medalhas, com 22 ouros. Em Paris 2024, o país atingiu 88 medalhas, com 25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes.
Na última década, também foram estabelecidos 67 recordes mundiais nas pistas, piscinas e modalidades do CT. O legado é visto tanto na visibilidade quanto na infraestrutura, que atende atletas como Gabrielzinho, Daniel Dias e Petrúcio Ferreira.
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