- A McLaren retirou a nova asa dianteira e voltou à especificação antiga no GP do Canadá.
- No treino livre em Montreal, Norris usou a nova asa, enquanto Piastri iniciou com a configuração anterior; na classificação, Norris retornou ao modelo antigo e Piastri manteve a nova asa.
- O diretor técnico Neil Houldey disse que a asa não entregava o desempenho esperado, levando a prioridade por mais confiança.
- A equipe identificou problemas de equilíbrio e de estabilidade em frenagens, especialmente em uma pista com fortes desacelerações.
- Após a sprint, Norris indicou que a atualização pode retornar em circuitos mais previsíveis, como Barcelona; a McLaren mantém que o pacote, no conjunto, foi benéfico, mesmo com a vantagem da Mercedes na classificação.
A McLaren voltou atrás em uma atualização para o GP do Canadá. A equipe retirou a nova asa dianteira após testes em Montreal e retomou a configuração antiga pelo restante do fim de semana. O objetivo é oferecer mais confiança aos pilotos e melhorar o desempenho.
No treino livre, Lando Norris utilizou a nova asa dianteira durante toda a sessão, enquanto Oscar Piastri iniciou com a configuração anterior. Na classificação, Norris decidiu usar o modelo antigo, e Piastri continuou avaliando a nova peça. A equipe afirmou que Norris teve menor confiança com a atualização, ao passo que Piastri se adaptou melhor.
Retorno à especificação antiga
Segundo Neil Houldey, diretor técnico da McLaren, a nova asa “não entregava o esperado”, o que levou a equipe a priorizar o equilíbrio e a estabilidade em frenagens, fatores cruciais em pistas com fortes zonas de desaceleração. Após a classificação sprint, Norris sugeriu que a atualização pode retornar em circuitos mais tradicionais, como Barcelona.
A McLaren, no entanto, acredita que o pacote, em geral, teve efeito positivo. A equipe busca dados adicionais para entender o comportamento em diferentes traçados e condições, mantendo foco na melhoria de performance durante a temporada.
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