- Gabriel Ganley, atleta de fisiculturismo e influenciador, morreu aos 22 anos; a causa oficial ainda não foi divulgada.
- Em áudio obtido pela CNN, um amigo afirma que Ganley aplicou insulina na noite de sexta-feira, o que gerou hipoglicemia; ele dormiu e não acordou.
- A endocrinologista Juliane Baptista Braziliano diz que o uso recreativo de insulina por atletas não é seguro e pode levar à morte.
- A morte é investigada como suspeita de morte súbita pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo; a vítima foi localizada por um amigo e a perícia foi realizada.
- Ganley tinha mais de 1,5 milhão de seguidores nas redes, era carioca e já havia estudado Educação Física na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Gabriel Ganley, atleta de fisiculturismo e influenciador com mais de um milhão de seguidores, foi encontrado morto no sábado (23). A causa oficial ainda não foi divulgada, e a morte é tratada como suspeita pela Polícia. O caso ocorreu em São Paulo, sob investigação de peritos.
A família e amigos relatam que Ganley teve um quadro de hipoglicemia após a aplicação de insulina na noite de sexta-feira (22). No áudio obtido pela CNN, o amigo do atleta afirma que ele dormiu após o episódio e não acordou mais. A prática de insulina por atletas sem indicação médica representa risco grave à saúde.
A morte permanece sob investigação pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. A vítima foi localizada por um amigo, sem sinais aparentes de violência, e a perícia foi realizada no local. O registro oficial classifica o caso como morte suspeita até esclarecer a causa.
Quem era Ganley?
Fenômeno nas redes, Ganley era conhecido por compartilhar rotina de treinos e dieta. Carioca, ele alcançou grande notoriedade entre o público jovem. Antes de atuar como criador de conteúdo, chegou a cursar Educação Física na UFRJ, ampliando a base de seguidores com conteúdos sobre preparo físico.
Contexto e impacto
O episódio reacende o debate sobre uso de substâncias em busca de desempenho. Profissionais da saúde destacam que o uso recreativo de hormônios sem orientação médica traz riscos graves, incluindo falência orgânica e morte. A família, amigos, parceiros e treinadores acompanham o momento de luto.
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